• quinta-feira, 5 de setembro de 2013 20:37

    Orlando Desconsi foi julgado em Porto Alegre e pré-julgado em Santa Rosa

    # Orlando Desconsi foi julgado em Porto Alegre e pré-julgado em Santa Rosa. Foi condenado nos dois julgamentos.

    # No TCE, por unanimidade, foi condenado por ter feito um acordo com a Corsan que gerou recursos de R$ 4 milhões aplicados na recuperação do asfalto. Foi uma jogada política, contestada pelo PP e PMDB (na época lia-se Joel Facin e Cláudio Franke).

    # No pré-julgamento a que foi submetido em Santa Rosa, Orlando teria tido seus direitos políticos cassados por oito anos.

    # A inelegibilidade pode até ocorrer, mas ela não se aplica ao desfecho do TCE de quarta-feira. Há etapas pela frente, com desfechos previsíveis por uns e imprevisíveis com outros.

    # Especula-se que na semana que vem o pleno do TCE julgue o recurso impetrado por Orlando Desconsi no órgão, contra parecer pela reprovação das contas de 2009. Se for mantido, a Câmara de Vereadores fará o julgamento político em breve.

    # Nos últimos três anos a região de Santa Rosa não sofreu esvaziamento. Pelo contrário, a população cresceu em quase 6 mil habitantes. É um alívio.

    # O esvaziamento ocorreu em municípios pontuais.

    # Só pra lembrar, amanhã tem desfile de 7 de Setembro.

    # Benvegnú pediu 14 médicos para o programa Mais Médicos. Torce por um.

    # Furar fila na saúde foi um assunto muito debatido em Santa Rosa. Agora convivemos com estancamento de filas nos exames de imagens promovidos pelos próprios usuários. Em julho, 15 contemplados com exames de endoscopia não compareceram. E não avisaram. Foram menos 15 endoscopias feitas e 15 outros pacientes que poderiam ter sido atendidos.

    # Movimento Acorda Santa Rosa fez os cálculos e concluiu que nos últimos 10 anos a inflação foi de 58,65% segundo o IPCA. No mesmo período a tarifa do transporte coletivo urbano de Santa Rosa subiu cerca de 100%.

    # A ata de aprovação do último reajuste da passagem foi assinada por 12 integrantes do Conselho Municipal de Trânsito. O Movimento denuncia que seis deles tinham ligações diretas com a Expresso Toda Hora, dois deles diretores da empresa e um contador, entre outras citações.

    # As observações do Movimento Acorda Santa Rosa foram entregues terça-feira ao promotor Heitor Stolf Júnior, que está averiguando o setor.

  • quinta-feira, 29 de agosto de 2013 20:37

    Maria Inez 2 x 0 Vicini. Ganhou Santa Rosa.

    A chuva e o frio esvaziaram, em parte, a audiência pública convocada pela Câmara para discutir a doação daquela área para a Receita Federal. Fez falta o "bafo" da gurizada.

    Os dois cartazes, enoooooormes, tinham a marca dos jovens. Eles estão fazendo a diferença.

    Parcão, dois embates. Maria Inez 2 x 0 Vicini. Ganhou Santa Rosa.

    Cidade Interativa voltou ao cenário. E com força. Kieling, Miguel, Maria Inez, Ricardo e Cia deram o recado.

    O PMDB, de forma articulada ou não, mostrou a face da oposição em Santa Rosa no debate da área a ser doada. Fonseca chamou a audiência, Neusa pegou forte e Franke deixou uma pergunta indigesta.

    Neusa criticou abertamente o governo pela tentativa de vender e doar a área. Levou um retruco forte do Vicini.

    Neusa esteve; chamou atenção para si, deu a entender que volta ao cenário local. Estaria se colocando candidata à deputada estadual, de antemão?

    Vicini se exaltou com Neusa, sobre um antigo debate, o terminal rodoviário para a Toda Hora. Teve truco e retruco.

    Vicini não respondeu ao Franke. Como o município quer doar à União uma área que comprou da própria União?

    Vicini se exaltou com um rapaz que perguntou sobre outros investimentos privados na área. Mas logo em seguida falou que a área seria perfeita para construir um grande shopping...

    Quando se diz que aquela área não é do Parcão está se dizendo meia verdade. Foi comprada no mesmo pacote.

    Nem os vereadores do lado governista estavam confortáveis com a doação do terreno. Nos bastidores disseram isso. Será que agora o assunto morreu?

    Dani deixa liderança da bancada do PP na Câmara. Paulinho, na Noroeste, disse que teve a ver com pedidos não atendidos na Secretaria do Douglas.

    Dani não disse isso, mas que rolou algo, rolou. Se não com o secretário, então com outro alguém do governo.

    Semana de chuva. Semana de buracos na Expedicionário. Alguns pareciam poços artesianos...

    Nada de novo na notícia. Nem mesmo a operação tapa-cratera.

    Brummmm....Brummm.

    Herança, herança maldita, herança de novo...

    Outra ocupação ao Distrito Moveleiro?

  • quinta-feira, 22 de agosto de 2013 21:45

    O prolongamento do Parcão só será assegurado para gerações futuras, através de pressão popular

    # O Parcão foi fruto de pressão popular. Contra quem? Contra o Governo Vicini-Lorentz, que queria construir um terminal de ônibus no local.

    # O prolongamento do Parcão só será assegurado para gerações futuras, através de pressão popular. E das grandes, porque a vontade de doar e de vender também é grande.

    # O atual Governo, comandado por Alcides Vicini, numa ânsia desenfreada de se desfazer daquele patrimônio público muito bem localizado em área central da cidade, agora vem com uma estranha proposta de doação de um terreno do local para a Receita Federal.

    # Quem observar a foto da capa desta edição, verá que a União tem um terreno também em plena área central, só que fazendo frente para a rua Duque de Caxias.

    # Isso derruba o argumento de Vicini, de que "a Receita Federal só aceita terrenos centrais". A união tem um. Preserve o da Prefeitura. Aquele que é nosso!

    # Aliás, o PSB, partido que tem o vice-prefeito Luis Antônio Benvegnú, indicou o terreno da Duque de Caxias para ser doado à Receita Federal.

    # Até dentro de casa Vicini tem opositores à doação do terreno em frente ao Parcão. Isso significa que ele está bem acompanhado.

    # Não vi, em nenhum momento na campanha eleitoral do ano passado, Alcides Vicini falar em venda ou doação daquela área verde.

    # Alguns líderes do PP afirmam que a doação do terreno e a própria venda da área em frente ao Parcão é um ‘processo administrativo’ criado pelo Governo Orlando.

    # E daí? Ex-prefeito vende ou doa terreno? Nosso negócio, hoje, Vicini, é contigo. Doar um terreno do município para um órgão da União praticamente ao lado de um terreno de propriedade da União é no mínimo estranho.

    # Alguém tem dúvida de que, se doado o terreno, todos perdem o argumento da preservação ambiental da área???

    # Então, quem é contrário à doação, a hora é agora de se mobilizar.

    # Hoje, às 19h, tem uma audiência pública na Câmara para tratar exclusivamente deste assunto.

    # Méritos para a Câmara, onde Vicini tem maioria. Antes de votar, vai ouvir a população.

    # Com quem Vicini discutiu a doação do terreno à Receita? Com quem Vicini discutiu a venda da área em questão, anunciada no semestre anterior? Afinal, com quem Vicini divide questões tão relevantes? Quem são seus conselheiros? Dentro do governo, além do PSB, tem mais partidos contrários à doação?

    # O esforço de venda ou doação de qualquer pedaço daquela área verde, não defende os meus interesses.

  • quinta-feira, 15 de agosto de 2013 22:30

    Lá vem de novo a história da área em frente ao Parcão

    # Lá vem de novo a história da área em frente ao Parcão. Para reabrir a porteira, Vicini propõe a doação de um terreno para a Receita Federal. Doado um terreno, vender todo o restante da área será um tapa.

    # Por que Vicini não doa a esquina para a Receita Federal, para ser mais meritoso com o órgão?

    # Valdemar Fonseca (ainda a oposição consistente na Câmara), sugere que Vicini doe o terreno do Ginásio Moroni à Receita. E por que não?

    # Mas o que Fonseca propõe é uma audiência pública para discutir a doação. Vicini, que sempre se gabou de ouvir a comunidade, certamente não imporá resistência.

    # É uma obsessão se livrar daquela área em frente ao Parcão???

    # Vivemos a maior Feira do Livro da história de Santa Rosa. Até ontem à tardinha, cerca de 10 mil obras haviam sido vendidas.

    # O vale-livro criado pelo Governo Municipal cria um cenário futuro intangível à cultura local. Os idealizadores foram de uma felicidade incrível.

    # Crianças apreciando livros com um vale-livro de R$ 10,00 é um espetáculo marcante.

    # E crianças se esparramando no entorno da Praça da Bandeira folheando livros é uma cena marcante.

    # Porque Vicini não dá para quem criou o vale-livro, um dos projetos mais inteligente, simpático e sensível da história da área pública municipal, a responsabilidade de comandar a preservação da área em frente ao Parcão?

    # Governo Municipal vai investir mais de R$ 1 milhão de recursos próprios na segunda etapa do Centro Cultural. Obras começam em setembro.

    # ExpoCruzeiro quer trocar de data. Chove muito em agosto.

    # O Ministério Público investiga tarifa de ônibus local e ausência de licitação para o setor desde julho. Pena que o MP não divulgue suas ações.

    # Agência do Bradesco não tem sistema interno de câmeras. Mas como, Paulo Schmidt? E as prioridades da classe bancária?

    # Isso, sim, vale uma paralisação.

    # Osmar Terra deu nota 5 para o Governo Vicini. E deu nota 3 à Fundação Municipal de Saúde.

    # Vi um Osmar Terra distante, meio sem brilho, sem aquela disposição para o debate, à crítica, à avaliação mais profunda, ao posicionamento. Talvez seja só uma impressão.

    # Se o padrão um do quadro da Prefeitura já foi extinto e o dois está por ser extinto, a quanto tempo estamos distantes da extinção do padrão 3, 4, 5...

    # Vicini, por favor, não venda e nem doe a área em frente ao Parcão. Olhe para o lado quando passar em frente, deixe aquilo como está.