sexta-feira, 2 de junho de 2017 14:16

O problema é toda essa turbulência política que afeta o país

# A informação de que a Prefeitura pagou quase R$ 9 milhões da folha do funcionalismo referente a maio, é interessante para reflexões daqueles que ainda transferem ao município responsabilidades inalcançáveis.
# Os recursos com pessoal consomem 44% do orçamento anual da Prefeitura. Seguem depois duas despesas carimbadas: 25% à Educação e 15% à saúde. Sempre são destinados mais do que 15% à saúde. Só aí temos 84% comprometidos no orçamento.
# O dia de ontem, 1º de junho, marcou o quinto ano da morte do ex-prefeito Erni Friderichs.
# Osmar Terra sonha em transformar Santa Rosa num polo fabricante de peças e componentes para veículos militares brasileiros. Sua boa relação com Raul Jungmann, ministro da Defesa, é um ponto a favor. O problema é toda essa turbulência política que afeta o país.
# Funcionários do Hospital Dom Bosco resolveram contar tudo o que está acontecendo no interior do nosocômio. O quadro é desolador, se tudo for confirmado. A intervenção do Ministério Público deve ser imediata.
# Faltar comida para pacientes e materiais de limpeza num hospital é algo que foge a qualquer grau de compreensão que a comunidade possa ter com o hospital.
# Apesar da chuva dos últimos dias, Prefeitura alcançou ótimos resultados no Dia do Povo que contemplou as vilas Auxiliadora e Bom Retiro. O próximo Dia do Povo na Comunidade já tem data e local definidos: 21 deste mês, na Vila Winkelmann.
# Concurso público na Câmara tem três ações de candidatos que discordam do resultado final e oficial.
# Ninguém foi chamado pela Câmara também por outro motivo: o Tribunal de Contas do Estado ainda não concluiu a revisão do processo seletivo.
# Foram-se as chuvas de maio e chegam as chuvas de junho. Entre abril e maio o acumulado de chuva em Santa Rosa foi de quase 1,2 mil milímetros. É muita água.
# Poucos arriscam prever o futuro da lavoura de trigo desde ano em função do aguaceiro.
# Interior do município de Santa Rosa está desfigurado em muitos pontos. Pelo menos 90 dias, com tempo bom, serão necessários para completar os reparos.
# Na cidade, tudo o que tinha que arrebentar em função das chuvas, arrebentou. “Não sabemos nem por onde começar os trabalhos de reparos”, projetou o secretário Rodrigo Bürkle, do Desenvolvimento Urbano.
# Se alguém esperar sentado só pela Prefeitura, tanto na cidade como no interior, pode sofrer de hemorróida no futuro. O que puder ser remediado pelo cidadão ou de forma cooperativa, que seja feito. Afinal, foram 9 dias consecutivos de chuvas até ontem.
# Por que o Hospital Vida & Saúde não registrou na Polícia a morte do menino de 11 meses ocorrida numa creche em Cruzeiro?
# Se uma criança que chega morta num hospital oriunda de uma Escola Municipal de Educação Infantil (creche) não é motivo de registro policial, em quais circunstâncias, então, o registro deve ocorrer?
# Houve alguma pressão ao hospital para que o atestado de óbito fosse liberado junto com o corpo do menino?
# O desfecho do caso: o delegado de Polícia Tiago Tescke teve que ir pessoalmente ao velório sensibilizar os pais sobre a necessidade de uma necropsia. Ou o corpo do menino seria retirado do velório, ou ele respeitaria a dor dos pais e depois desenterraria o corpo para cumprir o que a lei determina. Os pais foram sensíveis e entenderam as explicações da autoridade policial, liberando o corpo em pleno velório.
# Desfecho que deixou a morte ainda mais triste e a posição de quem não registrou a ocorrência policial surpreendentemente estúpida.
# O caso agora é investigado pela Polícia.

 

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