segunda-feira, 19 de março de 2018 08:14

Polêmica à vista. Não, polêmica já instalada. A dos cemitérios

# É nítido que Anderson Mantei, presidente da Fundação Municipal de Saúde, e José Leocrides Martins, presidente do Conselho Municipal de Saúde, estejam em constante rota de colisão.

# Isso não é bom para a saúde pública. Será que não tem ninguém nesta cidade que mereça respeito de Martins e Mantei e que possa exercer o papel de bombeiro?

# Podaram a árvore lunar no Parque de Exposições no estilo ‘tentativa de homicídio’. Tomara que aquele monumento resista ao charque.

# Hospital Dom Bosco: ruim com Milton, pior sem ele. Tanto que até agora ninguém deu qualquer sinal de estar interessado em substituí-lo.

# Entidades sociais estão reclamando do excesso de burocracia que a Secretaria de Desenvolvimento Social exige para liberar repasses que é delas.

# Polêmica à vista. Não, polêmica já instalada. A dos cemitérios.

# Vai ser uma missão difícil convencer as pessoas a pagar uma taxa de manutenção anual de R$ 150,00 pelo terreno onde está enterrado seu familiar.

# Por quê? Porque até agora isso sempre foi de graça. O que jamais foi cobrado, como uma vaga de carro no centro, quando passa a ser remunerado provoca debate e variadas reações.

# O brasileiro vê no Estado o pai e a mãe. O Estado é quem criou esse vício, e citando mais recente, através da ditadura de Vargas, governos populistas que vieram depois, a ditadura militar e novamente os governos populistas.

# Tudo o que as pessoas querem de graça do Estado (prefeituras, governos estaduais e União) a iniciativa privada oferece e cobra. Desde cemitérios, passando por creches, ensino de qualquer nível e saúde.

# A questão que deve se impor é em torno do cidadão verdadeiramente à margem do poder aquisitivo. Para esses, sim, o Estado tem a obrigação de dar.

# Porém, os que mais reclamam e bradam são os que têm condições de pagar.

# Estacionam um Corolla de R$ 105 mil e gritam quando o fiscal vem cobrar um real pelo espaço ocupado.

# Gastam mil reais comendo e bebendo no final de semana, mas na segunda-feira brigam e ameaçam servidores da UPA por demora no atendimento.

# Eu quero ser cremado. E sem essa história de guardar cinzas, porque será possível, numa crise de raiva de um filho, de ir parar no vaso de um banheiro.

# Quero minhas cinzas jogadas ao vento, num rio qualquer. Morreu, morreu. Pronto. A Bíblia diz isso.

# E bom mesmo é morrer sem deixar despesas para quem fica.

 

Faça seu comentário