• quinta-feira, 11 de abril de 2013 17:17

    Impróprio para estacionar

    Há muitos locais em Santa Rosa, especialmente próximo a esquinas, onde deveria ser proibido estacionar.

    Nosso trânsito já é um caos, por “ene” razões, e uma que contribui muito para tornar ainda mais lento o fluxo de veículos é a existência permissão para estacionar em locais que atrapalham. Cito três, somente para exemplificar: Parcão, parada de ônibus na Vencal e Escola Paul Harris.

    Perto da Vencal para mais de uma dezena de ônibus nos horários de pico. Eles precisam de espaço. E não é raro encontrar carro estacionado bem na saída deste brete (em local onde é permitido estacionar). Isso obriga os motoristas dos coletivos a manobrar para o meio da pista, de modo que se forma uma imensa fila para trás, sem fluxo. É uma esquina vital para fluir o trânsito.

    No Parcão é quase a mesma coisa. Quem vem de Nacional e quer dobrar para a rótula da Brigada, volta e meia sofre com veículos estacionados na esquina - na frente do parquinho, onde o espaço é mínimo. Pode? Pode, sim. Mas se tem um veículo maior na pista, aí tudo vira fila única, e congestionamento que vai de rótula a rótula.

    Uso ainda como exemplo a Escola Paul Harris porque passo lá todos os dias, embora em outros educandários a situação não é muito diferente. Ali a rua frontal à escola é estreita e nos horários de aula os dois lados da via estão tomados por carros estacionados (que ficam ali o dia todo), o que dificulta muito a passagem de veículos. Deveria ser liberado apenas um lado para estacionar, como fizeram com a Rua Francisco Timm, na Timbaúva.

    Certo está o motorista em utilizar estas áreas se estão disponíveis para este fim. Ainda mais em uma cidade que está cada vez mais cheia de carros e minguada em espaços... Quem deveria fazer uma revisão completa do quadro é a Prefeitura, através da Secretaria de Mobilidade Urbana.

    São pequenas atitudes que podem fazer muita diferença.

  • quarta-feira, 10 de abril de 2013 14:39

    Temos seis vezes mais casos de dengue que Porto Alegre

    Não é para alarmar, nem para atemorizar que traço o paralelo. Quero apenas alertar os leitores quando ao risco real de o santa-rosense ser picado pelo mosquito e contrair dengue. Observe um quadro comparativo:

    A cidade gaúcha com maior número de casos confirmados neste início de ano é a capital do Estado. Em Porto Alegre foram contabilizados, até ontem, 123 casos de dengue, para uma população de um milhão e 400 mil habitantes. A divisão do número populacional pelo número de casos aponta que há um registro da doença para cada 11.382 habitantes.

    Já em Santa Rosa, considerando cerca de 70 mil habitantes, há um registro de dengue em cada grupo de duas mil pessoas. Proporcionalmente, o índice de Santa Rosa é quase seis vezes mais alto que o de Porto Alegre.

    É, no mínimo, para deixar a gente com a “pulga atrás da orelha”.

  • terça-feira, 9 de abril de 2013 09:56

    Expectativa de vida do santa-rosense aumentou

    Uma leitura acurada do boletim da Fundação Municipal de Saúde que traz dados sobre nascimentos e mortes, faz um mapeamento da expectativa de vida do santa-rosense nas últimas três décadas.

    Tanto para os homens quanto para as mulheres as notícias são boas, com aumento superior a seis anos no tempo de vida, com índice crescente na década passada. No entanto, o relatório ainda aponta que a mulher vive, em média, seis anos mais que o homem.

    Em 1980, a expectativa de vida de uma mulher ao nascer era de 73 anos, média que saltou para praticamente 79 anos no início desta década. Já os homens nascidos em 1980 tinham expectativa de vida de 65,6 anos, média que se elevou praticamente para 73 anos.


    É a comprovação da eficácia do Sistema Único de Saúde implantado em Santa Rosa, que já passou por governos de três partidos diferentes e se mantém como referência em resultados.

  • terça-feira, 9 de abril de 2013 08:01

    Um tiro de game?

    Uma amiga minha, que tem filho pré-adolescente, bate o pé com o menino que deseja jogar games violentos, dar uns tirinhos em inimigos. Num olhar inicial poderia parecer radical demais, mas não é.

    Em geral, esses games são violentos ao extremo, com tiroteios e mortes o tempo todo, num prospecto muito próximo da realidade, tudo em 3D, feito para aprisionar o jogador.

    Não éramos violentos na infância? Desse jeito não. Tínhamos nossos revólveres de espoleta, tínhamos nosso brincar de “camói” (nosso jeito de reproduzir cowboy), tínhamos “pega ladrão”, tínhamos tudo isso na infância. Mas a realidade em nossas brincadeiras era distante demais dos fatos, nada que se assemelhe aos games de hoje.

    Aí, quando um menino vai ao quarto, municia uma arma e desfere um tiro no rosto de outro, é apenas um acaso, uma tragédia, uma fatalidade?

    Não, meus amigos, está muito longe disso. Nossos filhos já são expostos demais à violência, eles podem ficar sem esses games que pingam sangue...