• terça-feira, 15 de agosto de 2017 14:22

    Dia da Gestante: amor que só cresce!

    Há um ano vivenciei a gestação com direito a chutes fantásticos e azias intermináveis.

    Até parece repetição, mas a gravidez é algo purpurinado, glamuroso e dolorido. Os sentimentos se misturam. Insegurança e expectativa.

    Mas o lado purpurinado foi o melhor. Estar grávida é ver a barriga, amor e nariz crescendo juntinhos. Quando alguém te disser que tudo tem um lado bom, acredite, é verdade.

    A gravidez não é doença. Mas a dor que sentimos em nossas pernas nos fazem pensar diferente. O lugar dos enjoos e azias, após o sexto mês de gestação é ocupado pela expectativa e amor por aquele serzinho que amamos antes mesmo de conhecer.

    Não é fácil “ser gravidinha”. Manter uma alimentação saudável garante as mamães uma gestação livre de diabetes gestacional, anemias e hemorragias. Tente fazer cinco refeições preparadas com ingredientes que são fontes de proteínas, ferro, cálcio e ácido fólico, preferencialmente com um baixo teor de gordura. Mas se não der tudo bem.

    Emagreci lindamente durante a gestação. Nada parava em meu estomago. Fiquei feliz em saber que nesse período não existe peso ideal, podem esquecer aquela frase de "me alimento por dois", o certo é variar entre nove e doze quilos em todo o período gestacional.

    Podemos praticar exercícios físicos, claro que cada caso é um caso. Eu caminhava, só. Pilates com orientação profissional, alongamentos e hidroginástica são indicadas para as gestantes, pois são atividades com baixo impacto. Além de beneficiar o equilíbrio emocional da mãe a prática de exercício é um momento que ficamos em contato com o próprio corpo, sentindo como o bebê reage aos seus movimentos.

    Quer ficar linda durante a gravidez. É um desafio eu sei. Mas é possível. Para evitar as temidas estrias nada melhor do que fazer uso de hidratantes e emolientes e recomenda-se evitar as tinturas nos cabelos, em razão da química. Faça um escova, hidratação e corte.

    Por falar em cabelos, eles costumam ficar mais bonitos e a razão é biológica devido ao aumento da taxa de hormônios femininos em nosso corpo durante a gestação. O cabelo da mulher cresce em um ritmo diferente, ganha mais brilho e força.

    Na minha primeira gestação aprendi que dormir do lado esquerdo facilita o fluxo sanguíneo e previne o inchaço. De lá pra cá passaram-se 12 anos e mantenho essa posição.

    Feliz Dia para que “está gestante”, para que já foi gestante e para quem está tentando ser gestante. Muita emoção por cada chutinho, pela vida gerada e pelo amor cultivado!

     

    • Camila dos Reis Camila dos Reis
    • Nathy Santos Nathy Santos
    • Gabriela Buss Gabriela Buss
    • Solange Villar Solange Villar
    • Luana Sivert Luana Sivert
    • Tainara Leonarczyk Tainara Leonarczyk
    • Marilia Branco Marilia Branco
    • Maiara Brum Maiara Brum
    • Alessandra Oliveira Alessandra Oliveira
    • Cristina Reus Cristina Reus
    • Elisiane Pimentel Elisiane Pimentel
    • Angela Feiden Angela Feiden
    • Cheila Feltraco Cheila Feltraco
  • segunda-feira, 14 de agosto de 2017 10:55

    Teste da orelhinha

    Navegando pelas páginas do facebook me deparei com um vídeo. Um vídeo emocionante. Um bebê ouvindo pela primeira vez!

    Essas imagens me inspiraram a escrever sobre o teste da orelhinha. Lembro que na primeira semana de vida de Melissa, papai e mamãe realizaram o teste com a moça e nenhuma alteração foi encontrada. Ficamos felizes, pois ela ouviria frases como “calma filha, nós estamos aqui e te amamos”.

    Um dos sintomas mais importantes do mundo é ouvir. Os sons situam a criança no ambiente. A voz dos pais, música e barulho da chuva. Eles vão aprendendo a lidar com esses “barulhinhos”.

    O ser humano desenvolve a fala através da audição. E os estímulos auditivos devem ser realizados desde o nascimento do bebê. Então quanto antes se diagnosticar problemas de audição e tratá-los, melhor para o desenvolvimento da criança. E por isso é importante realizar o “teste da orelhinha”.

    Como funciona?

    É um teste simples, que tecnicamente se chama “Teste da presença de emissões otoacústicas”. Através dele pode-se saber se o bebê ouve, ainda que nos primeiros dias de vida. É um exame rápido e sem desconforto.

    Fatores de risco

    1. outros casos de surdez na família
    2. prematuros
    3. baixo peso ao nascer
    4. uso de antibióticos ototóxicos e diuréticos no berçário
    5. infecções congênitas principalmente citomegalovirose e rubéola

    No Brasil, por lei, todos os bebês devem ser submetidos a este exame, ainda na maternidade.

    Em Santa Rosa os exames podem ser realizados no Centro Especializado em Reabilitação - Auditiva e Intelectual.

    O bebê passou no teste, ok, vida que segue. Mas e se o bebê não passar no teste, não se desespere. Uma avaliação otorrinolaringológica será realizada.

    Se confirmada à perda auditiva a família deve ser orientada para iniciar a reabilitação auditiva.

    Informações adicionais da Organização de Otorrinopediatrica

    Quando o bebê não passa no teste, mas tem audição normal. Esta condição é comum. A presença de líquido na orelha média, vernix caseoso no conduto auditivo e até mesmo cerúmen, podem levar a um resultado positivo. Ai está a importância da avaliação médica e do reteste do bebê. Muitas instituições complementam a avaliação com Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE automático), que é mais específico que o exame de emissões otoacústicas e em não se altera frente as condições acima.

    Frente ao teste positivo, o bebê deve ser submetido a exames mais detalhados, como o PEATE diagnóstico, comumente conhecido como BERA. Este exame poderá nos dar informações valiosas sobre a audição do bebê, determinando se ele ouve ou não e até que intensidade sonora ele ouve (limiar auditivo).

    Se confirmada a perda auditiva, o bebê deverá ser acompanhado pela equipe de otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos que vão inciar o processo de reabilitação auditiva (surdez.org.br e implantecoclear.org.br).

    O quanto antes a criança for reabilitada, melhor será seu desenvolvimento global e o desenvolvimento da linguagem.

  • sexta-feira, 11 de agosto de 2017 10:16

    Parto com intérprete de Libras

    Quando ouvi pela primeira vez o chorinho das minhas pequenas a emoção tomou conta. Imagine não poder ouvir, apenas sentir.

    Quero dizer que a emoção não foi diferente, foi única. A maneira de sentir sem ouvir.

    O fato ocorreu de forma inédita no Maranhão. Os pais puderam acompanhar e interagir com a equipe médica durante o parto e viver toda essa experiência.

    O casal com deficiência auditiva conseguiu o direito de ter o acompanhamento de um intérprete de libras durante o nascimento do filho. Maikon nasceu na Maternidade Marly Sarney nesta segunda-feira (7), com 4 kg, 52 cm e muita saúde.

    Durante a gestação Louize foi acompanhada pela intérprete Jacynilde Estrela, que é interprete da Central de Interpretação de Libras (CIL), serviço vinculado à Sedihpop. Jacy acompanhou todo o pré-natal, auxiliando a mãe nas consultas médicas, planejamento familiar, exames, até o pós-parto.

    O parto cesariano foi rápido e tranquilo, durou cerca de 15 minutos. Com uma média de vinte partos por dia, a Maternidade Marly Sarney talvez ainda não estivesse ciente da importância do fato que aconteceria ali em algumas horas. Surpreso, o médico do plantão, Paulo Sérgio Gusmão Lemos, ficou contente com a novidade e emocionado por presenciar um momento tão bonito.

    O Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2008, em conformidade com o procedimento previsto no § 3º do art. 5º da Constituição do Brasil institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania. Para fins de aplicação desta lei estão previstas ainda a garantia de direitos básicos como acessibilidade, comunicação informação e igualdade, previstos nos artigos 3º ao 6º.

    As informações e imagens são do Governo do Estado do Maranhão.

     

  • terça-feira, 8 de agosto de 2017 15:12

    Virei mãe e agora?

    Quem nunca fez essa pergunta a si mesma, está mentindo. Temos muitas dúvidas e merecemos saber lidar com elas.

    Trabalhar fora ou em casa, é a questão mais debatida em corredores de farmácias na escolha da melhor marca de fralda.

    Por que o bebê está chorando?

    Fome, sono, frio, fralda, barulho, colo....às vezes só colinho de mãe já resolve.

    Por que o bebê não dorme?

    Essa pergunta geralmente surge as 3h da madrugada, quando pai e mãe se olham e se questionam sobre o porque do não dormir do bebê. O revezamento do colinho, embalo, carinho e amor resolve a questão. Claro que se o choro for desesperador deve se buscar ajuda de uma avó ou tia mas velha com experiência de sobra para auxiliar.

    Está frio ou calor para o bebê?

    Sim, os bebês sentem mais frio que os adultos. Mas isso não quer dizer que se estiver um sol de rachar lá fora o bebê dever estar de pernocas de fora. Vamos vestir conforme a sensação térmica.

    São muitas perguntas e as mudanças emocionais não contribuem com as tomadas de decisões.

    As trocas de experiências podem auxiliar e muito na transformação desse cenário marcado por dúvidas maternais.

    A psicóloga Daniara Wolf Kerkhoff está preparando um evento especial para as mamães gestantes e pós-gestação.

    O objetivo do encontro é falar sobre assuntos relacionados às mudanças que as mães apresentam durante e após as gestações. Tomadas de decisões frente a situações do dia a dia e a carreira profissional. Quais papéis a mãe exerce na sociedade, como planejar a vida após o nascimento dos filhos, carreira profissional e vida afetiva.

    Os encontros serão mensais.

    O investimento é de R$50,00

    O grupo será formado com até dez mamães.

    O evento ocorrerá em duas etapas, a primeira está marcada para quarta-feira, 16 às 19h e a segunda etapa para sábado às 8h30 na Rua Santo Ângelo, 395 - sala 03.

    Interessadas entrar em contato pelo telefone: 55 99971 9205 - whatsapp ou email daniarawerkhoff@gmail.com