• terça-feira, 8 de agosto de 2017 15:12

    Virei mãe e agora?

    Quem nunca fez essa pergunta a si mesma, está mentindo. Temos muitas dúvidas e merecemos saber lidar com elas.

    Trabalhar fora ou em casa, é a questão mais debatida em corredores de farmácias na escolha da melhor marca de fralda.

    Por que o bebê está chorando?

    Fome, sono, frio, fralda, barulho, colo....às vezes só colinho de mãe já resolve.

    Por que o bebê não dorme?

    Essa pergunta geralmente surge as 3h da madrugada, quando pai e mãe se olham e se questionam sobre o porque do não dormir do bebê. O revezamento do colinho, embalo, carinho e amor resolve a questão. Claro que se o choro for desesperador deve se buscar ajuda de uma avó ou tia mas velha com experiência de sobra para auxiliar.

    Está frio ou calor para o bebê?

    Sim, os bebês sentem mais frio que os adultos. Mas isso não quer dizer que se estiver um sol de rachar lá fora o bebê dever estar de pernocas de fora. Vamos vestir conforme a sensação térmica.

    São muitas perguntas e as mudanças emocionais não contribuem com as tomadas de decisões.

    As trocas de experiências podem auxiliar e muito na transformação desse cenário marcado por dúvidas maternais.

    A psicóloga Daniara Wolf Kerkhoff está preparando um evento especial para as mamães gestantes e pós-gestação.

    O objetivo do encontro é falar sobre assuntos relacionados às mudanças que as mães apresentam durante e após as gestações. Tomadas de decisões frente a situações do dia a dia e a carreira profissional. Quais papéis a mãe exerce na sociedade, como planejar a vida após o nascimento dos filhos, carreira profissional e vida afetiva.

    Os encontros serão mensais.

    O investimento é de R$50,00

    O grupo será formado com até dez mamães.

    O evento ocorrerá em duas etapas, a primeira está marcada para quarta-feira, 16 às 19h e a segunda etapa para sábado às 8h30 na Rua Santo Ângelo, 395 - sala 03.

    Interessadas entrar em contato pelo telefone: 55 99971 9205 - whatsapp ou email daniarawerkhoff@gmail.com

     

     

     

     

  • segunda-feira, 7 de agosto de 2017 15:03

    Meditação com crianças

    Oficinas de meditação são ministradas na Abefra (Associação Beneficente São Francisco de Assis). Um grupo formado por aproximadamente 100 crianças pratica meditação desde 2016 com terapeutas.

    Meditar é focar a atenção em algo concreto, seja um pensamento, um objeto, a própria consciência, no próprio corpo e em pensamentos.

    De acordo com a terapeuta Lucimar Girotto Casagrande “No inicio não foi nada fácil, pois as crianças possuem bastante energia”, destaca. Praticar a meditação com crianças implica em realizar uma multidão de atividades em que as crianças estão focando sua atenção na sua respiração, em algo que estão vendo, ou em algo que estão fazendo.

    Para as crianças, a meditação pode até ser usada como uma aprendizagem emocional. A partir dos três anos já é possível ensinar a criança a meditar. É preciso ter muita paciência para ensinar como a meditação funciona.

    A instrutora e terapeuta Rosani Schumacher destaca que são meditações direcionadas, desenvolvidas pela integrante Cristina Lunardi.

    As atividades tem duração de 10 minutos, com o objetivo de diminuir o stress infantil, aumentar seu poder de criatividade e gerar Paz interior.

    O aluno Eduardo Costa, 15 anos, adora praticar meditação. “ Eu acho legal, me traz paz interior, energia positiva, concentração leve e meu deixa mais calmo” conta Eduardo.

    A técnica superbrain yoga (super cérebro) desenvolvida pelo Mestre Choa Kok Sui é utilizada nas oficinas. “O objetivo de aumentar a capacidade intelectual, a memória e a concentração”, destaca Rosani.

    As crianças realizam exercícios físicos para ativar os centros energéticos, (chakras) e assistem a vídeos de crianças e adolescentes meditando. Nesses vídeos eles observam o que acontece com o corpo e a mente ao meditar.

    Os benefícios para as crianças

    Aumento da autoestima;
    Melhor concentração e memória;
    Melhora o relacionamento com os pais e colegas;
    Uma percepção melhor dos sentimentos;
    Melhora a qualidade do sono;
    Corpo e vida mais saudável;
    Aumento do controle emocional;
    Sensação de relaxamento.

    Amei esse projeto!

    Seria interessante a rede municipal adotar a meditação como disciplina. Crianças mais calmas para aumentar a concentração nos estudos.

    Todos ficam felizes alunos, pais e professores.

  • sexta-feira, 4 de agosto de 2017 10:28

    Aleitamento materno e alimentação

    Mamães, não esqueçam que para produzir leite, temos que cuidar da nossa alimentação.

    A nutricionista Mirelli Papalia destaca que a amamentação exige muito das mamães, estima-se um aumento de 400 calorias por dia na alimentação. É importante evitar ficar longos períodos sem comer e aumentar o consumo de líquidos (principalmente água), frutas, legumes e verduras (que também tem boas quantidades de água na sua composição).

    Não ingerir bebidas alcoólicas e não consumir excesso de cafeína (café, chá preto, chimarrão).

    Evitar alimentos industrializados e escolher uma alimentação bem variada e natural!

    Frutas e verduras são ricas fonte de sais minerais e vitaminas e devem estar presentes durante a alimentação na amamentação. A mãe se sentirá mais disposta ao consumir frutas como manga, abacate, maçã, banana e caju, e também legumes ricos em carboidratos, como batata, inhame e mandioca. O bebê, por sua vez, receberá todas as vitaminas provenientes desses alimentos.

    O ferro é parte importante para evitar anemia nas mães e aumentar a quantidade da substância no organismo do bebê. O ferro é importante para a fabricação de glóbulos vermelhos, que mantêm a saúde do sangue. Ricas fonte de ferro, as verduras são imprescindíveis na alimentação das mamães. Você pode optar pelas verduras com folhas escuras, como couve, brócolis, mostarda e espinafre, que possuem maior teor de ferro.

    Além das verduras, as leguminosas (os famosos grãos) possuem alto índice de ferro — entre outros sais minerais. O consumo deve ser feito com moderação ou utilizando a técnica de deixá-las de molho durante 24 horas antes do preparo. Isso evitará o aparecimento de gases e cólicas nos bebês.

    As gorduras saudáveis como o azeite, as sementes e as castanhas são importantes para a reposição de magnésio nos organismos da mãe e do bebê. O magnésio auxilia na regulagem da densidade óssea e, também, no desenvolvimento do sistema nervoso. Sem falar que ele ajuda a manter noites de sono tranquilo.

    As carnes são fontes de proteínas, essenciais para a recuperação e a manutenção muscular. Carnes vermelhas magras e frango podem aumentar o índice proteico no leite que vai alimentar o bebê. Já os peixes, além de excelentes fontes de proteínas, possuem ácidos graxos (ômega 3 e ômega 6), que ajudam no desenvolvimento cerebral do bebê e mantêm a mãe longe do estresse.

    O cálcio é imprescindível para a formação dos ossos do bebê. Por isso, o consumo de leite, manteiga e queijos magros é importante, uma vez que aumentam o índice de cálcio durante a fabricação do leite materno.

    Quer um plano alimentar de acordo com o seu organismo?

    clique no link e marque uma avaliação com a nutricionsita Mirelli Papalia: https://www.facebook.com/NutricionistaMirelliPapalia/

    Agora que estamos bem alimentada: #partiuamamentar

    Maternidade

    Amar é cuidar!

    • Mãe Juliane, filha Mirella Mãe Juliane, filha Mirella
  • quinta-feira, 3 de agosto de 2017 11:03

    O lado psicológico do aleitamento materno

    A amamentação não é apenas uma técnica alimentar: é muito mais do que a simples passagem do leite de um organismo para o outro, ainda que diretamente ao seio. Ela é um rico processo de entrosamento entre dois indivíduos um que amamenta e o outro que é amamentado. No entanto, muitos são os fatores que afetam o modo como às mulheres alimentam seus filhos e o tempo durante o qual os amamentam. Isso ocorre porque sua prática tem sofrido variações ao longo dos anos, devido aos fatores familiares, biológicos, psicológicos e socioculturais.

    Lembro como se fosse hoje os primeiros dias após o parto eram carregados de emoções intensas e variadas. Meu corpo era uma montanha russa. O cansaço me tornava frágil. E como fica o nosso psicológico no período da amamentação?

    De acordo com a psicóloga Daniara Wolf Kekhoff no momento da amamentação a mãe deve ficar em um espaço onde ela fique tranquila de modo que esse vínculo entre ambos se desenvolva de forma satisfatória e o bebê não fique agitado. O psicológico da mulher ao tornar-se mãe passa por vários momentos transformadores que são muito importantes também para o processo de aleitamento do bebê. No ponto de vista emocional o amamentar traz várias vantagens para mãe e para o bebê onde ocorre a interação de maneira que vai proporcionando inúmeras satisfações a ambos. Esse contato deixa a criança menos ansiosa e sofrendo menos com a separação do corpo materno ocorrido após o nascimento. O amor de mãe e filho é construído aos poucos, a cada contato, influenciando de forma positiva nos primeiros meses do bebê e futuramente.

    Segundo Curry (1992 apud Klaus & Kennel 1992, p. 70) “a decisão de uma mãe para amamentar no peito pode ser uma indicação de seu desejo de se doar ao seu bebê, que é um das características do apego”.

    Maldonado (2002) aborda uma questão importante sobre a amamentação e que precisa ser levada em consideração. Esta questão envolve as mães que não conseguem amamentar seus bebês. Muitas mulheres apresentam temores e ansiedades frente à amamentação, ocorre um conflito entre a vontade e o medo de amamentar.

    Com o nascimento do bebê, nasce uma mãe que precisa descobrir-se como mãe. E por mais difícil que seja esse primeiro contato de amamentar, é extremamente satisfatório se colocar a disposição do bebê para nutri-lo e dar continuidade a sua vida e as suas relações. De modo que assim contribuindo para que o bebê possa desenvolver se fisicamente e emocionalmente de forma satisfatória.

    Vamos cuidar do corpo e mente mãezinhas!

    Aproveitando para divulgar que temos parceira nova no Blog Maternidade: psicóloga Daniara Wolf Kekhoff. Agora podemos esclarecer de uma forma didáticas suas dúvidas mãezinhas!

    Hoje tem mais fotinho de mãe seguidora que apoia a amamentação!

    Obrigada pela participação:

    Mãe Ana Paula Kalsing, filho Benjamin

    Mãe Andressa, filha Isabelly

    Maternidade

    Amar é cuidar!

    • Mãe Andressa, filha Isabelly Mãe Andressa, filha Isabelly
    • Mãe Ana Paula Kalsing, filho Benjamin Mãe Ana Paula Kalsing, filho Benjamin