• sábado, 22 de julho de 2017 15:20

    Leite materno: AMOR em forma líquida!

    A amamentação é amor e dedicação. Minha mãe sempre fala que o leite materno é remédio. E é claro que ela está certíssima!

    A Pastoral da Criança acredita que o aleitamento materno é o melhor alimento para o bebê e que protege de muitas doenças.

    Claro que além disso, receber o leite materno é um direito de toda criança!

    Os bebês devem ser amamentados exclusivamente até o sexto mês de vida. Sim, a licença maternidade dura quatro meses. Então vamos nos virar nos trinta para dar conta mãezinhas, eles merecem.

    A Kauany amamentei até um ano e dois meses, a amamentação prolongada foi feita com amor, carinho e respeito. Já Melissa está com 11 meses, frequentando a creche e sendo amamentada. Na escolinha ela se alimenta normalmente, não toma outro tipo de leite, somente o materno.

    Confesso que não é nada fácil manter a amamentação. Mel possui dentinhos, sinto as fissuras causadas por eles no seio. Mas posso afirmar que não penso em desistir, pois consigo observar o resultado positivo da amamentação na vida dela. Quando fica resfriada, por exemplo, a intensidade dos sintomas é menor, acredito que o que a salva é o leite materno.

    Você já se perguntou como funciona a produção do leite materno?

    Ah! Eu já. Então resolvi pesquisar sobre o assunto para esclarecer dúvida de mãe.

    Após a retirada da placenta, os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona começam a declinar. O hormônio prolactina, produzido durante a gestação é então liberado, para sinalizar o corpo que é hora de produzir bastante leite.

    A medida que seu corpo se preparar para a lactação, ele libera mais sangue para a região dos alvéolos, deixando os seis firmes e cheios. Vasos sanguíneos meio inchados, combinados com abundância de leite, podem deixar as mamas temporariamente doloridas.

    Esse período pode ser complicado. Pra mim o que ajudou muito foram os banhos quentinhos e retiradas de leite manualmente reduziam o desconforto.

    O processo é simples e natural. O bebê suga o mamilo e estimula a hipófise a liberar os hormônios ocitocina e prolactina para corrente sanguínea. Ao alcançar o seio, a ocitocina provoca a contração dos pequenos músculos ao redor dos alvéolos cheios de leite. O líquido então passa para os ductos, que transportam para os ductos menores que ficam pouco abaixo da aréola do seio. Ao sugar, o bebê faz com o leite dos ductos chegue a boca.

    Nos primeiros dias da amamentação, senti contração do abdome, semelhante a cólicas, na hora que a Mel sugou. Li que essa sensação sinaliza a liberação da ocitocina, para que o útero volte ao tamanho normal. Nosso corpo é incrível!

    Claro que a maternidade tem o lado que ninguém conta para as mãezinhas. Pois acho necessário saber. Enquanto o útero se esforça para retornar ao tamanho normal, um fluxo vaginal intenso de sangue toma conta dos nossos absorventes gigantes.

    Muitas mamães relatam que um sentimento de calmaria, satisfação e alegria invade o coração delas durante a amamentação. Não é loucura, é a ocitocina, conhecida como o hormônio do amor!

    Além do amor, lembre-se de investir no repouso e hidratação. Deixe de lado sutiãs apertados, para que o peito não encha rapidamente de leite.

    Nós mamães possuímos o amor em forma líquida!

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    franciele@jornalnoroeste.com.br

     

     

     

     

    • Minha Melissa Minha Melissa
  • terça-feira, 18 de julho de 2017 23:02

    Bolsa de bebê

    As mamães amam preparar tudo para a chegada do novo membro da família. Um dos principais itens é a bolsa do bebê. Quando estava com 35 semanas a bolsa da Melissa já estava prontinha, mesmo assim a refiz pelo menos umas dez vezes. Já na gestação da Kauany, não tive tempo, pois ela veio antes.

    Esse item será utilizado na maternidade e depois durante as saídas da mamãe e do bebê.

    A fim de tornar os passeios mais tranquilos e prazerosos é essencial que a bolsa tenha algumas facilidades com relação ao tecido, formato, durabilidade, e espaço interno.

    Acho interessante que elas sejam funcionais e fáceis de organizar.

    Vamos conferir algumas dicas da Loja Criança & Cia para escolher a bolsa ideal para o bebê:

    Um item importante a ser observado é a qualidade do tecido utilizado na fabricação da bolsa de bebê.

    Tecidos leves: a bagagem que você levará na bolsa será grande e pesada, por isso, prefira modelos de tecidos leves.
    Material resistente: apesar de leve o material deve ser resistente, afinal você vai utilizar a bolsa com muita frequência por pelo menos dois anos! Verifique se as costuras são reforçadas.
    De fácil limpeza: verifique se o modelo é fácil de lavar ou limpar. Prefira tecidos impermeáveis. Evite cores muito claras e bolsa feitas em algodão, pois sujam com facilidade.

    Compartimentos menores: é importante que a bolsa tenha compartimentos menores onde você poderá colocar itens que são utilizados mais frequentemente. Isso vai evitar que você “perca” os objetos no compartimento principal. Nestes espaços menores você poderá guardar itens como: mamadeiras, chupetas, papinha, álcool gel, medicamentos, fralda, lenço umedecido, pomada para assadura.

    Os compartimentos menores também são importantes para que você possa separar os alimentos de uma peça de roupa suja, por exemplo.

    Compartimento térmico: opte por modelos que possuam um compartimento térmico para manter a alimentação do bebê em uma temperatura segura. Além de conservar alimentos frios como frutas e sucos, este espaço serve como estufa para alimentos aquecidos como as papinhas do almoço ou jantar por exemplo.

    Espaço interno: escolha um modelo que tenha um grande espaço interno e que caiba bastante coisa, afinal, a lista é grande

    As meninas da Criança & Cia possuem modelos lindos e funcionais pra você das melhores marcas Din Don,Espera Feliz,Banirrau,Pimpolho,Le Petit. E para mostrar que quando o assunto é bolsa do bebê as meninas estão sorteando uma frasqueira da marca Din Don. Basta clicar no link para curtir e compartilhar. E caso você não for a contemplada no sorteio, corre pra lá que as bolsas estão com 40% de desconto à vista. Que tudo!

    https://www.facebook.com/criancaeciasantarosa/

  • segunda-feira, 17 de julho de 2017 09:45

    História de Mãe!

    Hoje é dia de compartilhar histórias de amor, história de Mãe!

    O assunto é delicado, mas é sempre bom falar, pois relatos inspiram segurança para mamães que passam ou poderão passar por uma situação semelhante.

    Você não está sozinha!

    Essa é a frase que resume todas as dúvidas que abrigam a mente e coração das mamães e também papais.

    Quando estava com 26 semanas tive um pequeno descolamento de placenta (assunto para outra história de mãe) e senti medo de que a Mel nascesse antes da hora. Comigo não aconteceu. Mas o medo faz parte, é tão bom quando ouvimos que tudo deu certo, que foi difícil, mas deu certo.

    A mamãe Indiara de Vargas Fischer compartilha sua experiência de mãe de bebê prematuro.

    Vamos ler o relato dessa mamãe guerreira, a mãe do Miguel:

    Sou nova aqui, mas lendo os textos sobre prematuros vi que o apoio de outras mães que passaram por esta mesma situação nos dá muita força. Tenho um filho, de 17 anos do primeiro casamento. Casei-me novamente, meu esposo também tem um filho de seu primeiro casamento, então resolvemos engravidar. Foi uma gravidez planejada e muito desejada, tudo ocorria bem até as 30 semanas de gestação quando comecei a ter muitas dores. Após uma consulta tive que internar, o médico recomendou repouso absoluto e após 18 dias internada e muitas dores a bolsa rompeu, começou a ansiedade e espera pelo nascimento do nosso bebe, do nosso Miguel tão esperado.

    Dia 22 de março o Miguel veio ao mundo, mesmo com dilatação suficiente para ter parto normal nosso bebê não estava no lugar certinho e foi necessária uma cesariana. Neste momento começou uma nova batalha, a batalha pela vida do Miguel. Mesmo ele nascendo bem fortinho pesando 1.820kg e 42 cm foi necessário ele internar na UTIP (Uti Neonatal). Pensei que o pior poderia acontecer ao meu bebê, pois estava com exatas 32 semanas.

    Quando ele nasceu, chorou sem nenhum tipo de estímulo, mas não pude vê-lo direto. Meu marido foi vê-lo mais tarde e tirou foto dele para que eu pudesse vê-lo. Fui ter contato com meu pequenino no segundo dia e no terceiro dia recebi alta. Doeu muito ter que deixá-lo no hospital, chorei demais. Desde então ia ao hospital todos os dias para tirar o leite e visitá-lo. Ele está se recuperava bem, como todo bebê perdeu peso nos primeiros dias chegou a pesar 1.540 kg. Os dias foram passando e o Miguel estava crescendo e eu já amamentando, passavam horas e horas com ele na UTIP, tudo estava encaminhado para na semana seguinte ele vir para casa até que ele pegou uma bactéria hospitalar e toda evolução que tinha ocorrido com ele foi por água a baixo.

    Nosso bebê com tão poucos dias de vida estava passando por uma grande batalha, a batalha pela vida.

    Era necessário tratamento com medicamentos fortes e também foi diminuída sua alimentação, isso fez com que nosso bebê ficasse muito fraquinho sendo indispensável uma transfusão de sangue. Estes momentos foram muito difíceis, colocamos a vida do nosso bebê nas mãos dos médicos e de Deus. Nunca imaginei que um nenê tão pequenino e aparentemente tão frágil tinha tanta força. Após 15 dias de tratamento, e de muita aflição chegou a hora do nosso bebê ir para casa. Já se passaram três meses, hoje está grande e forte, pesando 5.500 kg e com 55 cm. Já interage, deu suas primeiras risadinhas.

    Depois de muita aflição agora estamos curtindo muito nosso filho.

    Obrigada mamãe Indiara por compartilha sua história de mãe!

    Muita saúde para o pequeno grande Miguel!

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    Dicas e sugestões

    franciele@jornalnoroeste.com.br

     

    • História de Mãe: Indiara, mãe do Miguel! História de Mãe: Indiara, mãe do Miguel!
    • Foi uma gravidez planejada e muito desejada. Foi uma gravidez planejada e muito desejada.
    • Tudo ocorria bem até as 30 semanas de gestação quando comecei a ter muitas dores. Tudo ocorria bem até as 30 semanas de gestação quando comecei a ter muitas dores.
    • Dia 22 de março o Miguel veio ao mundo,pesando 1.820kg e 42 cm. Dia 22 de março o Miguel veio ao mundo,pesando 1.820kg e 42 cm.
    • Após 15 dias de tratamento, e de muita aflição chegou a hora do nosso bebe ir para casa. Após 15 dias de tratamento, e de muita aflição chegou a hora do nosso bebe ir para casa.
    • "Nunca imaginei que um bebe tão pequenino e aparentemente tão frágil tinha tanta força" "Nunca imaginei que um bebe tão pequenino e aparentemente tão frágil tinha tanta força"
    • Miguel está grande e forte,  pesando 5.500 kg e esta com 55 cm Miguel está grande e forte, pesando 5.500 kg e esta com 55 cm
  • quarta-feira, 12 de julho de 2017 09:42

    Vacina meningocócica C conjugada

    A postagem de hoje é inspirada em uma experiência da mamãe Valesca Marin. Após realizar a vacina dos 3 meses Meningocócica C, a mãe observou que o menino estava com a testa quente. Não deu outra, 38,7. Ela ficou surpresa, pois muitas mamães relatam que não da febre. Mas sabemos que cada organismo reage de uma forma distinta. Mas o que deixou a mãe incomodada foi os sintomas que acompanhavam a alta temperatura. Muita sonolência, choro intenso e uma agitação quase que estranha. “Procurei um pediatra e relatei o sintomas e veio a reposta, que meu bebê faz parte dos 10% das crianças que pode ter reações ao fazer essa vacina” destacou Valesca.

    Cada sintoma apresentado em seu bebê deve ser levado em conta. Não tire conclusões, procure um profissional.

    Resolvi compartilhar informações sobre essa vacina. Vamos aprender um pouco mais hoje mamães!

    Vacina meningocócica C conjugada

    O que previne:

    Doenças causadas pelo meningococo C (incluindo meningite e meningococcemia).

    Do que é feita:

    Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença .

    Contém antígeno formado por componente da cápsula da bactéria (oligossacarídeo) do sorogrupo C conjugado a uma proteína que, dependendo do fabricante, pode ser o toxoide tetânico ou o mutante atóxico da toxina diftérica, chamado CRM 197. Contém também adjuvante hidróxido de alumínio, manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção.

    Indicação:

    Para crianças, o PNI disponibiliza três doses da vacina: aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses (podendo ser aplicado até os 4 anos). As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade.
    Para adolescentes de 12 e 13 anos, o PNI oferece dose única ou reforço, de acordo com a situação vacinal. A SBP e a SBIm recomendam, para os não vacinados, duas doses com intervalo de cinco anos.
    Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica.
    Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.
    Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

    Contraindicação:

    Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou a dose anterior.

    Esquemas de doses:

    O PNI disponibiliza três doses da vacina: aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses (podendo ser aplicado até os 4 anos). As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade.
    Para adolescentes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de cinco anos, preferencialmente da vacina meningocócica conjugada ACWY. O PNI, a partir de 2017, passou a disponibilizar uma dose para adolescentes de 12 e 13 anos (como reforço do esquema infantil ou como dose única nesta faixa etária)
    Para adultos, somente em situações que justifiquem, em dose única.
    A SBIm recomenda que a vacina meningocócica conjugada quadrivalente (ACWY) seja preferida para crianças, adolescentes e adultos, visto conferir proteção para três outros tipos de meningococos, além do C. Em todas essas faixas etárias, na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a meningocócica C (ver calendários de vacinação: Criança, Adolescente, Mulher, Homem e Idoso).

    Via de aplicação:

    Intramuscular.

    Cuidados antes, durante e após a vacinação:

    Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
    Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
    Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
    Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
    Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

    Efeitos e eventos adversos:

    As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação.
    Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.
    Muito raramente (em menos de 0,01%) ocorre aumento de gânglios, nódulo no local da aplicação, reação alérgica grave (chiados, inchaço facial, queda da pressão, dificuldade de respiração), tontura, convulsões, flacidez dos músculos, enjoo, dor na barriga, manchas na pele, problemas de rim, dermatite com formação de bolhas na pele, urticária.

    Onde pode ser encontrada:

    Nas Unidades Básicas de Saúde, para crianças de 2 meses a menores de 5 anos de idade e para adolescentes de 12 e 13 anos.
    Nas clínicas privadas de vacinação, para crianças a partir de 2 meses, adolescentes e adultos.
    Nos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas com algumas condições clínicas específicas de risco para a doença.

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