• quarta-feira, 12 de julho de 2017 09:42

    Vacina meningocócica C conjugada

    A postagem de hoje é inspirada em uma experiência da mamãe Valesca Marin. Após realizar a vacina dos 3 meses Meningocócica C, a mãe observou que o menino estava com a testa quente. Não deu outra, 38,7. Ela ficou surpresa, pois muitas mamães relatam que não da febre. Mas sabemos que cada organismo reage de uma forma distinta. Mas o que deixou a mãe incomodada foi os sintomas que acompanhavam a alta temperatura. Muita sonolência, choro intenso e uma agitação quase que estranha. “Procurei um pediatra e relatei o sintomas e veio a reposta, que meu bebê faz parte dos 10% das crianças que pode ter reações ao fazer essa vacina” destacou Valesca.

    Cada sintoma apresentado em seu bebê deve ser levado em conta. Não tire conclusões, procure um profissional.

    Resolvi compartilhar informações sobre essa vacina. Vamos aprender um pouco mais hoje mamães!

    Vacina meningocócica C conjugada

    O que previne:

    Doenças causadas pelo meningococo C (incluindo meningite e meningococcemia).

    Do que é feita:

    Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença .

    Contém antígeno formado por componente da cápsula da bactéria (oligossacarídeo) do sorogrupo C conjugado a uma proteína que, dependendo do fabricante, pode ser o toxoide tetânico ou o mutante atóxico da toxina diftérica, chamado CRM 197. Contém também adjuvante hidróxido de alumínio, manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção.

    Indicação:

    Para crianças, o PNI disponibiliza três doses da vacina: aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses (podendo ser aplicado até os 4 anos). As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade.
    Para adolescentes de 12 e 13 anos, o PNI oferece dose única ou reforço, de acordo com a situação vacinal. A SBP e a SBIm recomendam, para os não vacinados, duas doses com intervalo de cinco anos.
    Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica.
    Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.
    Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

    Contraindicação:

    Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou a dose anterior.

    Esquemas de doses:

    O PNI disponibiliza três doses da vacina: aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses (podendo ser aplicado até os 4 anos). As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade.
    Para adolescentes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de cinco anos, preferencialmente da vacina meningocócica conjugada ACWY. O PNI, a partir de 2017, passou a disponibilizar uma dose para adolescentes de 12 e 13 anos (como reforço do esquema infantil ou como dose única nesta faixa etária)
    Para adultos, somente em situações que justifiquem, em dose única.
    A SBIm recomenda que a vacina meningocócica conjugada quadrivalente (ACWY) seja preferida para crianças, adolescentes e adultos, visto conferir proteção para três outros tipos de meningococos, além do C. Em todas essas faixas etárias, na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a meningocócica C (ver calendários de vacinação: Criança, Adolescente, Mulher, Homem e Idoso).

    Via de aplicação:

    Intramuscular.

    Cuidados antes, durante e após a vacinação:

    Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
    Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
    Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
    Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
    Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

    Efeitos e eventos adversos:

    As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação.
    Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.
    Muito raramente (em menos de 0,01%) ocorre aumento de gânglios, nódulo no local da aplicação, reação alérgica grave (chiados, inchaço facial, queda da pressão, dificuldade de respiração), tontura, convulsões, flacidez dos músculos, enjoo, dor na barriga, manchas na pele, problemas de rim, dermatite com formação de bolhas na pele, urticária.

    Onde pode ser encontrada:

    Nas Unidades Básicas de Saúde, para crianças de 2 meses a menores de 5 anos de idade e para adolescentes de 12 e 13 anos.
    Nas clínicas privadas de vacinação, para crianças a partir de 2 meses, adolescentes e adultos.
    Nos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas com algumas condições clínicas específicas de risco para a doença.

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  • terça-feira, 11 de julho de 2017 09:40

    Bebês arco-íris

    São chamados bebê arco-íris as crianças que nascem de uma mãe que sofreu anteriormente um aborto espontâneo ou que teve um filho morto prematuramente, trazendo à luz após a tempestade na vida de uma família que teve de enfrentar alguns momentos realmente muito difíceis.

    Para muitas mães que sofreram um aborto ou que tiveram que enfrentar a morte prematura de um filho, a chegada de um novo bebê é a luz que vem depois de uma tragédia, como o arco-íris que vem depois da tempestade.

    Eu sofri um aborto um ano antes de engravidar da nossa Melissa.

    Então ela é meu bebê arco-íris!

    Um arco-íris é uma promessa de sol após a chuva, a calma após a tempestade, a alegria depois da tristeza e a paz depois da dor, mas acima de tudo, do amor depois de uma perda.

    A definição dos bebês arco-íris pretende lembrar a todos, mães, futuras mães, mas na verdade qualquer pessoa, de que depois da tempestade virá a luz. E mesmo que esta luz não venha com a chegada de um novo filho, esta luz virá de um jeito ou de outro, por força da natureza.

    E mesmo que a criança não venha de uma família com uma história tão triste por trás, um bebê sempre pode representar a luz, pois eles são a esperança de um futuro melhor para todos.

    E você tem um bebê arco-íris em casa?

    Celebre a vida!

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  • segunda-feira, 10 de julho de 2017 11:05

    Benefícios do corte tardio do cordão umbilical

    Durante nove meses carregamos nossos pacotinhos e a hora da separação é uma mistura de sentimentos. Essa separação pode ser amenizada de uma forma sutil para a mãe e o bebê. É importante saber que o cordão umbilical é responsável por unir o bebê à mãe e, por meio dele, o pequeno recebe sangue, oxigênio e nutrientes necessários para se desenvolver. Tradicionalmente, os obstetras fazem o corte dessa estrutura assim que a criança nasce, mas estudos têm mostrado que adiar esse processo só traz vantagens.

    A passagem dos hormônios - especialmente a ocitocina - para o bebê é um dos pontos positivos. Além disso, o corte tardio do cordão umbilical permite maior passagem de sangue para a criança, o que diminui a chance de anemia na primeira infância.

    E os benefícios não param por aí: ao esperar um pouco mais para realizar a ruptura, a criança tem a oportunidade de ficar mais tempo com a mãe por meio do contato pele a pele e até a respiração é trabalhada nesse momento. Quando o bebê sai do útero e você deixa o cordão pulsando, ele começa a respirar pelo pulmão, mas também recebe oxigênio por meio do cordão umbilical.

    Por quanto tempo esperar?

    Os especialistas acreditam que o corte deve ser feito de 1 a 3 minutos depois do nascimento, mas essa é uma questão que varia de profissional para profissional. Alguns especialistas indicam que o processo seja feito quando o cordão umbilical parar de pulsar.

    E na cesárea?

    O corte tardio da estrutura que liga o bebê na mãe não precisa ser realizado somente no parto normal. Na cesárea, a placenta descola antes e pode ser que o cordão umbilical não pulse por tanto tempo. Mesmo assim, os obstetras podem aguardar um pouco para cortá-lo.

    O corte tardio pode ser feito em todos os casos?

    Não. Em algumas situações que apresentam riscos a técnica não é recomendada - como quando a mãe tem diabetes gestacional ou alterações sanguíneas importantes. Já para os prematuros, o método não é indicado em casos extremos, mas pode acabar beneficiando os bebês que nasceram antes das 37 semanas de gestação. É importante conversar com o obstetra antes do parto para que todas essas questões sejam avaliadas.

    Mas o bebê pode ter icterícia (amarelão)?

    Algumas pessoas acreditam que adiar o corte do cordão umbilical depois do nascimento pode ter relação com o surgimento da doença que acomete os recém-nascidos, deixando a pele deles amarelada.

    Se não fizer a ordenha do cordão - quando o médico puxa o sangue do lado da mãe para o bebê, apertando e forçando a sua passagem - e deixar tudo correr espontaneamente -, não há ampliação da icterícia.

    E agora que sabemos um pouco mais sobre esse assunto, que tal conversar com seu médico e ver a melhor forma de realizar esse processo. Até nossa próxima troca de experiência!

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  • quinta-feira, 6 de julho de 2017 11:19

    Dois meses: descoberta das mãos

    A percepção do bebê está cada vez mais aguçada. Ele começa a abrir os dedos e descobrir as mãozinhas. É provável que passe um tempão olhando para as próprias mãos e mexendo os dedinhos.

    Minhas moças amavam olhar para as mãozinhas. Fase pra lá boa e encantadora não é, mamães!
    Logo eles começam a agarrar os objetos e levá-los à boca - outra grande novidade desse período. Neste mês, a boca do bebê é uma das maneiras que o ajuda a conhecer o mundo. Ele ainda não leva os pés à boca, mas adora saborear as mãozinhas, juntamente com brinquedinhos de textura macia que consegue pegar.

    A coluna está mais firme. Mais perto do próximo mês o bebê já consegue erguer bem a cabeça, o tronco, esticar os bracinhos e girar a cabeça à procura de objetos coloridos ou sons conhecidos.

    Escolha bem os brinquedos que o bebê leva à boca. Eles devem ser macios, de borracha, atóxicos e antialérgicos. E nada de peças pequenininhas, que ele poderia engolir.

    A Loja Criança & Cia possui alguns objetos fofos e seguros que poderão te auxiliar nessa fase repleta de amor e descobertas:

    https://www.facebook.com/criancaeciasantarosa/

    Particularmente a melhor parte de todas as descobertas é quando começam a descobrir o som da própria voz, em balbucios, como se respondessem quando alguém fala com eles.

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