• quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016 16:23

    Cultive seus próprios temperos

    Temperos colhidos na hora deixa qualquer receita mais saborosa, além de trazer um toque todo especial do verdinho na casa tem o aroma das ervas. Para cultivá-las é mais fácil do que imaginamos.

    Que tal montar o seu espaço verde?

    Hortelã - Diferentemente da maioria das ervas para chá, que devem ser plantadas sozinhas, esta pode ser cultivada em jardineiras, junto de outros temperos. Não requer incidência direta do sol apenas luminosidade basta para que cresça saudável. As regas precisam ser diárias e fartas, mas não a ponto de encharcar a terra. Livre-se das folhas secas, que podem sufocar as mais novas e prejudicar seu desenvolvimento. A primeira colheita é feita antes da floração. Selecione os galhos mais altos e verdes.

    Alecrim - Tem de ser plantado em recipientes de, no mínimo, 20cm de diâmetro e 30cm de altura. É importante que receba iluminação direta e abundante. Atenção: o alecrim não precisa nem gosta de muita água. Deixar a terra encharcada costuma ser fatal, portanto regue, no máximo, duas vezes por semana. A primeira colheita pode ser feita dez dias após o plantio por muda ou a partir de 90 dias depois do plantio por semente. Sempre corte apenas as pontas dos ramos.

    Salsa - São indicados vasos com altura mínima de 30 cm. - O recomendável é que tenha pelo menos cinco horas diárias de exposição ao sol. Faça a rega somente quando a terra estiver seca. Para avaliar as condições de umidade do substrato, as pontas dos dedos ainda são a melhor ferramenta. De 60 a 90 dias após o plantio por sementes, os talos já podem ser colhidos quase inteiros. Lembre-se de deixar pelo menos 1 cm para que eles voltem a crescer.

    Cebolinha - Vasos coletivos são boas opções, já que ela necessita de pouco espaço para crescer. O solo, em contrapartida, tem de ser bem rico: adube-o com compostos orgânicos, como húmus, antes de plantá-la. Adaptável aos diferentes climas do país, dispensa a incidência direta de sol, mas não os ambientes bem iluminados. Deve ser aguada diariamente. A partir de 75 dias depois de plantadas as sementes, colha as hastes externas, que são as mais antigas, retirando-as pela base.

    Tomilho - A drenagem é essencial, por isso, ao preencher o vaso, procure alternar camadas de terra, areia e seixos ou cacos de telha. Somente quando o substrato estiver seco, há necessidade de regá-lo. Cerca de 60 dias após o plantio ou sempre que as flores começarem a aparecer, ocorre o período indicado para a primeira colheita. Uma vez que geralmente se costuma usar o tempero seco, a dica é apanhar os ramos e deixá-los descansando durante alguns dias em local ventilado.

    Pimenta - Várias espécies são cultivadas: dedo-de-moça e malagueta estão entre as mais famosas. Apesar da diversidade, elas requerem cuidados parecidos. É recomendável plantá-la durante o inverno para que se desenvolva no verão. Ao menos seis horas diárias de exposição ao sol são necessárias. As regas precisam ser feitas três vezes por semana. A primeira colheita pode se realizar 90 dias após o plantio por sementes. Quem tem criança ou cachorro em casa precisa deixá-la no alto, fora do alcance.

    Orégano - Chega a 50 cm de altura se plantado em solo fértil. No plantio, enriqueça o substrato com matéria orgânica, como esterco. Aprecia clima ameno com calor moderado. As folhas exigem exposição direta ao sol cerca de quatro horas diárias para que o sabor do tempero seja realçado. A irrigação deve ser feita diariamente, já que o orégano não tolera terra seca. Apenas tome cuidado para não colocar água demais e encharcar as raízes. Aguarde até a planta atingir a altura de 20 cm para, só então, fazer a primeira colheita. Deixe os ramos expostos em local ventilado durante alguns dias se quiser secá-los.

    Manjericão - Prefira os vasos individuais. Se escolher uma jardineira, instale as mudas de forma mais espaçada, com pelo menos 30 cm de distância entre elas. Nesse caso, plante-o ao lado do orégano, pois este ajuda a afastar pragas. A erva precisa receber pelo menos quatro horas diárias de exposição ao sol ara que fique sempre verdinha, com sabor e aroma acentuados. Ela também requer rega todos os dias. Dois meses após o plantio por sementes, já se pode fazer a primeira colheita. E as seguintes devem ser frequentes. Para cortá-lo, escolha os galhos com as maiores folhas.

  • terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 11:35

    Gengibre em conserva

    Perder peso, aumentar a imunidade e ficar longe do colesterol alto e da diabetes são apenas alguns dos muitos benefícios do gengibre em conserva. Esse preparo simples e muito comum na culinária oriental ganha todas essas características graças ao poder da raiz milagrosa, que pode ser a melhor amiga da sua dieta e saúde.

    Rico em vitaminas C, B3 e B6, o gengibre age como antiinflamatório em doenças reumáticas

    Gengibre em conserva

    Como fazer

    A receita de gengibre em conserva leva 3 xícaras de gengibre, 1 xícara de vinagre de arroz, 3 colheres de sopa de sal rosa e meia xícara de açúcar orgânico ou mascavo.

    Para fazer, tire a casca do gengibre e corte em fatias finas. Leve a uma panela com água e deixe no fogo até levantar fervura. Escorra a água e deixe esfriar. Enquanto isso, em outra panela, junte o vinagre com o sal e o açúcar e leve ao fogo até ferver. Em um recipiente de vidro (já fervido e higienizado), coloque o gengibre e cubra com a mistura de vinagre. Tampe e deixe fora de geladeira para curtir por 3 dias. Depois, leve para a geladeira.

    Sempre antes de consumir, lave o gengibre para tirar a conserva. Adicione a sucos, chás, salada ou coma como acompanhamento em um prato de comida. O gengibre em conserva dura por um período de 3 a 6 meses na geladeira. Você pode saber que ele já não está bom para uso caso mude de cor e de sabor.

  • quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016 09:20

    Filtros e raios solares, por Jeferson Scherer

    Nosso conhecimento a cerca de um assunto muito importante e que deve ser levado em consideração nesta época de férias é a proteção e a intensidade solar.

    Você sabe a diferença entre os raios UVA e UVB?

    Pois bem, hoje estarei passando uma noção do que considerar em relação às respostas das questões anteriores.

    Os raios solares UVA e UVB têm intensidade e profundidade diferentes de contato com a pele, além de os dois apresentarem características visíveis a olho nu.

    O raio ultravioleta A, quando nossa pele é exposta a este tipo de radiação com pouca ou sem proteção de filtros solares a pele apresenta uma cor mais amarronzada, bronzeada, isso acontece quando o raio ultrapassa a camada superficial da pele, a epiderme, atingindo a cama mais profunda, a derme. Este raio tem capacidade de passar por entre as nuvens, ou seja, este aparece inclusive em dias nublados.

    O UVA é o grande vilão da pele, além de causar câncer, pode acelerar o envelhecimento e manchar a sua pele, tem alto grau de intensidade e não é totalmente bloqueado pelo protetor solar.

    Já o ultravioleta B, fica na parte mais superficial da pele a epiderme, é responsável pela vermelhidão, o famoso bronzeado pimentão, popular em pessoas de pele e olhos claros, que apresentam sardas (efelides) ou em crianças com menos de um ano.

    A radiação UVB, deixa a pele avermelhada, aumenta o risco de câncer, abundante entre as 10h e 16h, tem alto grau de intensidade, mas tem grande potencial na ajuda da fabricação da vitamina D, em horários e tempos apropriados.

    O ideal é que sempre estejamos protegidos por protetores de fatores de 25 a 30 e de PPD ++, esta descrição deve constar nas embalagens dos produtos, não contendo uma delas o produto torna-se duvidoso, pois estas são as “medidas” que determinam o grau de proteção do seu protetor solar, filtro solar, bloqueador solar.

    Os protetores que contêm totalizantes também devem conter estas informações.

    O uso ideal recomendado é de pelo menos 4h em 4h, se você tiver uma pele sensível, manchada, com melasmas o ideal é o uso de proteção de 2h em 2 h. Hoje também encontramos no mercado pós faciais ,com proteção solar, mas devemos levar em consideração que o mesmo só terá uma eficácia de proteção se tivermos por baixo um protetor em creme, o pó serve como um “coadjuvante” da proteção dando um efeito mate para a pele, e o pó deve ter fator no mínimo de 50 e PPD +++, não podemos abrir mão do protetor em creme, gel ou pomada.

    Espero ter esclarecido algumas duvidas, e se tiverem mais perguntas deixem nos comentários, aqui no blog, se gostarem compartilhem em suas redes sociais.

    Beijo grande no coração.

    Curtam a página do salão no facebook: https://www.facebook.com/JefersonSchererHairStyle/?ref=hl

    Jeferson Scherer

    Graduado em Estética e Imagem Pessoal

    Cabelereiro, maquiador em Jeferson Scherer HairStyle, Orientador do Senac Santa Rosa.

  • terça-feira, 16 de fevereiro de 2016 09:05

    10 dicas para economizar no supermercado

    Por Lélio Braga Calhau

    No último ano os preços dos produtos de supermercado sofreram alguns reajustes bem salgados. Essas empresas têm botado pressão em seus fornecedores para que as margens de lucro sejam reduzidas e os aumentos não cheguem tão fortes ao consumidor final. Algumas fábricas lançaram produtos menores para tentar manter as vendas ao consumidor que “só olha o preço”.

    Muita coisa vem sendo feita nesse interessante mercado, mas cabe a você consumidor fazer a sua parte na luta pelo equilíbrio financeiro.

    Sendo assim, seguem 10 dicas para te ajudar a economizar quando for ao supermercado:

    Nunca vá ao supermercado com fome - Quem vai, acaba comprando mais do que realmente queria, só por conta da fome, pois ela atrapalha você calcular a quantidade exata das coisas que você realmente precisa.
    Tenha metas - Estipule um valor máximo para gastar na sua compra. Lembre que é você quem prioriza as demandas de sua vida e não as famosas “promoções” de qualquer estabelecimento comercial. Bateu no teto que você fixou, pare de comprar. É seu equilíbrio financeiro que está em jogo.
    Faça uma lista prévia do que você realmente precisa e a siga com disciplina dentro do estabelecimento - Planejamento é tudo, evita desperdícios, como comprar produtos repetidos ou em quantidade superior a que você precisa.
    Use o carrinho somente em última necessidade - Algumas pesquisas sobre o comportamento do consumidor apontam que há uma tendência em se comprar “até tampar o carrinho”. É só lembrar que os carrinhos de supermercado têm crescido de forma assustadora nos últimos trinta anos. Isso não é coincidência. É estratégia das empresas para você consumir mais.
    Levar, ou não, a criança ao supermercado? - Esse é um dos pontos mais polêmicos em educação financeira. Há prós e contras. Não levando, você compra sem a pressão de ter de adquirir produtos supérfluos, já que as crianças são alvos fáceis para o marketing. Levando, há um desgaste em muitos casos, mas é uma excelente chance para demonstrar aos pequenos que nem tudo que se quer pode ser comprado.
    Não vá ao supermercado passear - Só vá a esse estabelecimento se for comprar, além de tomar as cautelas citadas acima. Algumas ficam perambulando com carrinho e ouvindo uma boa música pelo supermercado e são alvos de centenas de estímulos para consumir. Assim, fica difícil resistir às compras por impulso, um dos motivos de grande endividamento dos consumidores na atualidade.
    Evite comprar em supermercado lotado - Isso pode gerar uma falsa percepção no consumidor de “senso de urgência” e ele pode acabar comprando mais produtos que o realmente necessário.
    Priorize comprar na segunda quinzena do mês - A imensa maioria dos consumidores compra no início do mês. Na segunda quinzena há uma queda normal de vendas e as empresas ficam mais propícias para fazer promoções reais para melhorar o fluxo de caixa.
    Priorize pagar as compras no cartão de débito ou à vista - Evita a criação do efeito bola-de-neve nas dívidas do consumidor.
    Fique atento com as gôndolas - Os produtos mais caros, no geral, estão na parte mais alta e os menos caros na parte inferior da gôndola. Alguns produtos complementares são colocados lado a lado para incentivar a compra dos dois ao mesmo tempo (mesmo se você tiver um deles em casa). Chocolates, por exemplo, costumam ser colocados em muitos casos no alcance das crianças. Produtos essenciais costumam ficar no fundo do supermercado para estimular a movimentação de consumidores em todos os setores.

    Pesquise, pesquise e pesquise e boas compras!

    Lélio Braga Calhau é Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast "Educação Financeira para Todos".