• sexta-feira, 6 de março de 2015 16:39

    Mulher do século XXI

    Se olharmos para trás e observarmos o sofrimento a que muitas mulheres foram submetidas para que as primeiras portas fossem abertas, parece irreal diante de tudo o que fazemos hoje.
    As primeiras oportunidades abraçadas foram decisivas para mostrarmos que somos capazes sim, de trabalhar, produzir igualmente e contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.
    As mulheres do século XXI são formadoras de opiniões, empreendedoras, capazes de abraçar diversas funções para não perder seu espaço. Tudo sem contar a capacidade de gerar filhos, frutos da sociedade do amanhã.
    É claro que vivemos dificuldades para moldar todas estas transformações, mas com certeza chegaremos a um ponto de equilíbrio com maturidade, feminilidade, capacidade intelectual indiscutível e grande força de vontade.
    Com objetivo de contribuir para uma sociedade melhor, estamos prontas para buscar conhecimento, aprimorar nossas atividades e validá-las em qualquer setor.
    Por isso, a mulher do século XXI firma sua importância social e faz história para que as próximas gerações colham bons frutos.
    Raja Hamoui - Fisioterapeuta
    Clinica Santa Clara

     

  • sexta-feira, 6 de março de 2015 16:40

    Mulher do século XXI

    A mulher contemporânea, ao longo das últimas décadas, vem acrescentando papéis ao seu estilo de vida. Essa mesma mulher quebrou velhos paradigmas impostos pela sociedade, em busca de novas possibilidades, conquistas e modelos de vida.
    Esses diferentes papéis desempenhados pelas mulheres exige equilíbrio e talento. E isso as mulheres fazem com maestria.
    Suzane - Empresária Treter Revestimentos

  • sexta-feira, 6 de março de 2015 16:35

    Mulher do século XXI

    Faço parte de uma geração de mulheres que foi criada para vencer na vida, fomos orientadas a estudar, trabalhar e acima de tudo nos tornarmos independentes. Acredito que desta forma vive uma razoável parcela de mulheres no século XXI.

    Sou integrante desta geração que veio para ser parceira e não dependente, tanto na vida afetiva como profissional. Movidas por essa crença vivemos em busca do próprio espaço, tendência forte entre as jovens mulheres deste começo de século. Este pensamento é uma força motriz: dar conta de si e ter e dar resposta a tudo que a sociedade espera.

    Viver significa correr riscos. Nosso cotidiano é feito de inúmeras promessas e poucas garantias e, diferente de outras épocas, compete-nos dar certo sozinhas. Precisamos fazer o novo acontecer a cada dia e vivendo todos os personagens que nos são cabíveis: a mulher profissional, a mulher esposa e a mulher mãe. Encontrar esse equilíbrio é por vezes desgastante e exige a serenidade que só vamos adquirindo gradualmente, a cada nova experiência vivida.

    Inseridas no contexto que nos foi dado e com todos os desafios inerentes a nossa época, vamos construindo o nosso sonho de felicidade. O importante é que vivamos com consciência e tendo presente que cada momento é único, que não volta mais e que dificilmente nos é dado uma nova oportunidade. O tranquilizador é que, ao mesmo tempo em que temos asas para voar por livre iniciativa, temos a certeza das nossas raízes fortes que nos ancoram.

    Camila Preissler - Arquiteta

  • sexta-feira, 6 de março de 2015 06:56

    Mulher no Século XXI

    Vivemos hoje em um tempo onde nós mulheres deixamos de ser submissas às regras de uma sociedade machista para nos tornarmos vítimas de nós mesmas. Exercendo atividades sem fim, buscando "ser" cada vez "melhores", mais bonitas, mais inteligentes, talentosas, profis-sionais competentes... Verdadeiras guerreiras! Submetendo-nos a estilos de vida que não são nossos, totalmente incoerentes com nossa verdade, com nossa natureza! Medo de não sermos boas o suficiente, bonitas o suficiente, amigas o suficiente, nos sentimos culpadas se não damos conta de tudo.
    Dessa forma como vamos nos amar incondicionalmente?
    Deste estilo de vida resulta uma profunda ansiedade, cansaço, uma falsa alegria, sem falar em sintomas físicos e doenças. Muitas negam seu sofrimento mascarando com festas, uma vida e família "perfeita", viagens, trabalho e mais trabalho. Onde vamos parar com tudo isso? Quando vamos começar a ser honestas conosco mesmas? Quando vamos começar a ser coerentes? (penso branco, sinto branco, faço branco)
    O momento é AGORA. O único tempo que existe, pois ninguém está nos impondo nada. Somos o vilão e a vítima! Esse é o momento de exercermos nosso papel de líderes.
    Líderes de uma Mente serena, sem culpa. Uma Mente sem medo! Pois somente assim poderemos realizar nossa essência e vivermos a PAZ que é nossa herança natural, elevando o nível de consciência da sociedade. Isso requer que tenhamos uma boa dose de humildade, honestidade e coragem de olharmos para nossas máscaras e os programas que governam nossas escolhas.
    Somente no momento que cada mente estiver em PAZ teremos a PAZ no mundo, pois o mundo é reflexo (espelho) de nosso conteúdo inconsciente. Como dizia Mahatma Gandhi:
    «Se queres a paz no mundo comece com a paz na sua mente."