• sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 10:37

    O primeiro bebê do ano

    Com 3 quilos e 200 gramas nasceu o primeiro nenê, de 2015, em Santa Rosa. A mãe Tatiane Silvia de Almeida, estava esperando sua segunda filha, para o dia 7 de janeiro, mas Stella Carlota de Almeida, resolveu vir antes, e às 16h 20min desta quinta-feira, 01, ela nasceu no Hospital Vida & Saúde.

    Filha de Aloisio Eduardo Sacvir, Stela nasceu com 48 centímetros e passa bem. Tatiane que é natural de Alegria, estava emocionada com a segunda filha. “É um sonho, não tem explicação espero que 2015 seja de muita saúde e alegria para todos nós”, destaca a mãe.

    Stella foi a única nenê que nasceu no dia 01º de janeiro, no Vida & Saúde.

    Parabéns à família e muita saúde para a pequena Stella.

  • sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 16:54

    Cookies integrais

    Ingredientes:
    2 xícaras de farinha integral
    1/2 xícara de manteiga
    3 colheres de sopa de mel, 1 ovo
    3 colheres de sopa de água
    1 colher de chá de canela
    2 colheres de sopa rasas de chocolate em pó
    1 colher de chá de fermento em pó
    1 colher de sopa de essência de baunilha
    1/2 xícara de xilitol (pode usar açúcar ou outro substituto)
    Modo de fazer: Misture a farinha com o fermento e depois acrescente os outros ingredientes, mexendo até obter uma massa que desgruda facilmente das mãos. Se precisar, acrescente mais um pouco de farinha até obter esta consistência. Pode-se fazer bolachinhas com as mãos ou pode-se abrir a massa e usar cortadores. Uma dica para abrir a massa sem bagunça é colocar um pedaço grande grande de papel manteiga sobre uma superfície lisa, coloque um pedaço de massa em cima deste, coloque outro pedaço de papel manteiga por cima e use um rolo para abrir a massa entre os 2 papéis. Quando a massa estiver fina, retire o papel de cima e corte com os cortadores. Rendimento: 30 a 40 bolachinhas.

  • sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 08:21

    Conselhos de um chapeleiro maluco

    "Sim, Alice, abra as portas trancadas”.

    E não tenha medo de entrar por elas: ter medo é sofrer por antecipação.

    Ponha o chapéu certo para cada ocasião e siga em frente. Não se preocupe se ele não combinar com suas roupas: o importante é proteger a cabeça. Às vezes, você vai sentir que caiu no chão e o estrondo pode ser bem grande. Além disso, dependendo do tamanho que você tenha, a queda pode machucar muito. Acredite, é uma sensação pior do que encolher... Quando isso acontecer (é inevitável que aconteça um dia), respire bem fundo e nunca, jamais, culpe a vida. A culpa é do mundo, que gira sempre mais e mais rápido, e pode nos causar tonturas e vertigens. Não existe fórmula mágica que evite isso. É só se levantar e recomeçar o caminho de onde estiver.

    Deixar-se guiar pelo medo é usufruir apenas do azul num espectro multicor: é tentar achar o caminho olhando para o céu-sem-nuvens-do-sertão, ao meio-dia. Você vai queimar o nariz e ainda estará perdida. Se o medo aparecer, coloque-o no bolso, e siga em frente. De vez em quando olhe-o, como a um relógio, mas em seguida guarde-o de novo. Fora do bolso, o medo tende a crescer e engolir quem o segura. O bolso, Alice, o bolso é o lugar dele, não se esqueça.

    E não ache que uma pessoa é só aquilo que mostra ser neste instante, lembre-se: por baixo da tinta, algumas rosas vermelhas são brancas. É só o tempo passar e isso se torna visível. Até com você, Alice. Até comigo. Há quem ordene decapitações por todos os lados, é gente que não sabe para que servem os chapéus. Não se preocupe em excesso com essas pessoas, elas também jogam jogos cheios de regras. Basta que uma regrinha pequena mude e perdem a cabeça, você não precisará cortá-las (sim, Alice, porque as regras estão sempre mudando).

    Não tenha medo de falar o que sente: palavras guardadas se liquefazem e, quando você menos esperar, estará se afogando nas suas lágrimas. Quando amar alguém, diga-lhe isso. Vou contar uma coisa: existe a chance de, depois de confessar amor, vir a vertigem e a temível queda. Se acontecer, tome chá: faz bem à saúde. Não gosta de chá? Tome café, então. Ou chocolate quente. O importante é ter uma xícara e alguém que acompanhe você: nem podemos imaginar as conversas que duas pessoas podem ter em frente às suas xícaras. E quantos anos a mais de vida terão por isso.

    Anotou tudo?

    Não se preocupe, o que eu disse não fará sentido algum se você não for capaz de traduzi-lo para sua língua interna. Nunca ouviu falar nisso? Ah, você ainda tem muito o que aprender... Numa sociedade, só se fala a língua nacional em eventos sociais. Mas cada um tem sua língua própria e se expressa nela de si para si. É um idioma muito pessoal, que nos faz compreender as coisas, tirar conclusões, apreender os sentidos ocultos das cores e dos sons. É uma língua sem palavras, como música de violinos. Alguns nunca se apercebem dessa verdade e deixam de saber as respostas a muitas perguntas ...

    Outros passam a vida tentando fazer traduções da língua interna para a língua materna... E escrevem poemas, contos, romances. São uns loucos, Alice, de uma loucura adorável.

    E não ligue se as coisas não fizerem sentido: a vida pode acontecer em recortes... Agora não sabemos como juntá-los, mas um dia saberemos. Por isso, Alice, não jogue os
    retalhos fora, viver é uni-los, um a um.

    -Conselhos de um Chapeleiro Maluco-

     

     

  • sexta-feira, 19 de dezembro de 2014 09:27

    Mesa de Natal

    Que tal preparar uma mesa toda linda, especial para receber seus convidados na noite de Natal?

    Vamos deixar algumas idéias para você usar a sua criatividade.

    Os guardanapos e jogos americanos em tecido deixam a mesa muito mais charmosa!

    Confira algumas idéias: