• sexta-feira, 8 de agosto de 2014 14:38

    Almoço para o pai

    Que tal preparar um almoço especial para o seu pai no Dia dos Pais?

    Segue uma dica deliciosa que aprendi na GNT.

    Costelinha de porco com geleia de laranja

    Ingredientes

     

    1 costela de porco

    1/4 de xícara (chá) de castanha-de-caju

    4 colheres (sopa) de geleia de laranja

    1 xícara (chá) de vinho branco

    2 cebolas

    3 maçãs

    6 dentes de alho

    5 ramos de alecrim

    Sal e pimenta-do-reino a gosto

    Modo de preparo

    Preaqueça o forno a 220°C. Numa tábua, coloque a costelinha de porco e, com ajuda de uma faca, retire o excesso de gordura. Se a costela não couber na sua assadeira, corte-a na metade. Transfira para a assadeira e tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto.

    Em um pilão, coloque um dente de alho, meia colher (chá) de sal e bata com o soquete até formar uma pasta. Junte a geleia de laranja e misture bem. Espalhe essa geleia temperada sobre a costela. Lave o pilão e, nele, bata a castanha-de-caju até virar uma farinha grossa. Salpique por cima da costela.

    Se quiser, faça uma cama com um ramo grande de alecrim, colocando-o embaixo da costela. Leve a assadeira ao forno preaquecido para assar por 20 minutos.

    Enquanto isso, lave o restante dos ingredientes. Descasque os dentes de alho e a cebola. Corte a cebola e a maçã em quatro partes. Retire a assadeira do forno e reduza a temperatura para 160°C, o equivalente à temperatura baixa. Junte ao redor da costelinha as cebolas, os alhos, as maçãs, o restante do alecrim e o vinho. Cubra a assadeira com papel-alumínio e volte para o forno por mais uma hora e meia ou duas horas, se preferir a carne mais assada.

    Retire a costelinha do forno quando estiver pronta, transfira para uma tábua e corte em ripas. Sirva com a cebola, a maçã, os dentes de alho, o alecrim e o repolho grelhado no azeite de oliva, sal e pimenta .

  • sexta-feira, 8 de agosto de 2014 10:12

    “Caminhos e Flores” no SESC

    O SESC Santa Rosa apresenta em exposição até dia 31 de agosto, exercícios de pintura de Leonor Braga, artista de Porto Alegre. Desenvolvidos ao longo de anos de estudo, esses trabalhos têm como proposta reproduzir “Caminhos e Flores”, temas recorrentes em sua obra.

  • terça-feira, 5 de agosto de 2014 09:00

    OSPA lota Centro Cívico

    Neste domingo, 3, Santa Rosa recebeu a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) para o segundo concerto da temporada OSPA pelos Caminhos do Rio Grande - financiado pelo sistema Pró-Cultura, da Secretaria Estadual de Cultura, com patrocínio de Favorit e Petrobras. Sob a regência de Evandro Matté, a apresentação lotou o Centro Cívico. O repertório fez uma homenagem aos 190 anos da Imigração Alemã no Brasil.

    O concerto iniciou com a execução de Trumpet Voluntary, de Henry Purcell (1659-1695), um dos compositores mais importantes do século XVII e uma das figuras centrais da tradição inglesa da música de concerto. Em seguida, a OSPA apresentou Sinfonia nº 40, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). A obra foi composta no ano de 1788, em um período excepcionalmente produtivo do compositor.

    A próxima peça foi Adágio, de Tomazo Albinoni (1671-1751), prolífico compositor veneziano que teve boa parte de sua obra destruída durante bombardeio da Dresden State Library pelos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Adágio foi publicada somente em 1958 e foi graças a esta obra que o compositor saiu do obscurantismo e tornou-se mais conhecido.

    O programa continuou com Intermezzo da Cavalleria Rusticana, grande sucesso de Pietro Mascagni (1863-1945). Depois, mais uma de Mozart - Pequena Serenata Noturna. Composta em 1787, para dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo, hoje costuma ser apresentada em seu arranjo para orquestra.

    A próxima peça foi de Johann Sebastian Bach (1685-1750): Jesus, Alegria dos Homens, que integra a cantata "Herz und Mund und Tat und Leben", escrita em 1716. Para finalizar o espetáculo, a OSPA apresentou Abertura Egmont, de Ludwig van Beethoven (1771-1827). A peça trata da luta contra a tirania, a partir da figura do Conde Egmont, líder na resistência dos Países Baixos à dominação espanhola, no século XVI.

  • terça-feira, 29 de julho de 2014 08:04

    De onde vem o medo de falar em público?

    Sentir medo é algo comum - e até necessário - para o ser humano, afinal, ele pode funcionar muitas vezes como um mecanismo de defesa para o homem - você deixa de fazer algo perigoso, pois sabe as consequências que esse ato trará para você. Porém, esse é apenas um dos medos que sentimos.

    Existe também o medo inibidor e paralisante, por exemplo, quando você gosta de alguém e não consegue começar uma conversa, afinal, ficar parado é a opção mais segura - porém, ao mesmo tempo, é a opção que faz com que você desperdice as oportunidades que aparecem no seu caminho.

    Segundo Michel Soares, especialista em oratória, o medo de falar em público funciona mais ou menos dessa forma inibidora. “Expor sua opinião ou ideias para o público - que pode ser desde três pessoas até uma sala com 300 alunos, por exemplo - é saber que você será analisado, interpretado e julgado por pessoas que não conhece. E é comum que isso gere insegurança,” comenta. O problema é quando esse medo impede a pessoa de seguir com a sua vida e simplesmente trava.

    É comum encontrar pessoas que sentem vontade de expor suas opiniões, mas, ao mesmo tempo, o medo as impede disso. “E esse medo pode ser percebido até por meio do físico da pessoa: alguns suam frio, outros gaguejam, outros travam, outros tremem e sentem o coração bater acelerado, outros sentem que o raciocínio não consegue ser organizado de jeito nenhum”, aponta Soares.

    Porém, o especialista sempre ressalta que não é feio e nem errado não conseguir falar em público. “Ninguém deve se culpar por isso. É preciso aceitar que o medo existe e então tratá-lo e passar por cima dele, assim como fazemos com todos os outros medos que sentimos e obstáculos que encontramos no meio do caminho”, exalta.

    Soares, que é técnico de oratória há cinco anos, diz que existem várias técnicas que podem ser aplicadas para “passar por cima” desse medo - e cada pessoa se dá melhor com uma técnica. “Não é receita de bolo: não é porque uma técnica serve para uma pessoa que obrigatoriamente irá servir para outra. No meu trabalho eu estudo a pessoa e descobrimos juntos o que deve ser feito para eliminar esse medo”, ressalta.

    Algumas técnicas utilizadas são manter a respiração estável (isso faz com que os sintomas físicos diminuam), manter o pensamento focado somente naquilo que será dito, estabelecer uma postura corporal confortável antes da exposição, levar uma “colinha” com você, caso precise, etc.

    Entretanto, independente do grau de medo e da técnica utilizada por cada um para superá-lo, o ponto mais importante na boa oratória é ter autoconfiança. “Resumidamente, superar o medo de falar em público é não se preocupar com a reação do outro diante das suas atitudes, falas e demais manifestações - e, para isso, o auxílio profissional pode ser um grande ponto de partida”, conclui Soares.

    Michel Soares

    Especialista em oratória