• terça-feira, 5 de agosto de 2014 09:00

    OSPA lota Centro Cívico

    Neste domingo, 3, Santa Rosa recebeu a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) para o segundo concerto da temporada OSPA pelos Caminhos do Rio Grande - financiado pelo sistema Pró-Cultura, da Secretaria Estadual de Cultura, com patrocínio de Favorit e Petrobras. Sob a regência de Evandro Matté, a apresentação lotou o Centro Cívico. O repertório fez uma homenagem aos 190 anos da Imigração Alemã no Brasil.

    O concerto iniciou com a execução de Trumpet Voluntary, de Henry Purcell (1659-1695), um dos compositores mais importantes do século XVII e uma das figuras centrais da tradição inglesa da música de concerto. Em seguida, a OSPA apresentou Sinfonia nº 40, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). A obra foi composta no ano de 1788, em um período excepcionalmente produtivo do compositor.

    A próxima peça foi Adágio, de Tomazo Albinoni (1671-1751), prolífico compositor veneziano que teve boa parte de sua obra destruída durante bombardeio da Dresden State Library pelos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Adágio foi publicada somente em 1958 e foi graças a esta obra que o compositor saiu do obscurantismo e tornou-se mais conhecido.

    O programa continuou com Intermezzo da Cavalleria Rusticana, grande sucesso de Pietro Mascagni (1863-1945). Depois, mais uma de Mozart - Pequena Serenata Noturna. Composta em 1787, para dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo, hoje costuma ser apresentada em seu arranjo para orquestra.

    A próxima peça foi de Johann Sebastian Bach (1685-1750): Jesus, Alegria dos Homens, que integra a cantata "Herz und Mund und Tat und Leben", escrita em 1716. Para finalizar o espetáculo, a OSPA apresentou Abertura Egmont, de Ludwig van Beethoven (1771-1827). A peça trata da luta contra a tirania, a partir da figura do Conde Egmont, líder na resistência dos Países Baixos à dominação espanhola, no século XVI.

  • terça-feira, 29 de julho de 2014 08:04

    De onde vem o medo de falar em público?

    Sentir medo é algo comum - e até necessário - para o ser humano, afinal, ele pode funcionar muitas vezes como um mecanismo de defesa para o homem - você deixa de fazer algo perigoso, pois sabe as consequências que esse ato trará para você. Porém, esse é apenas um dos medos que sentimos.

    Existe também o medo inibidor e paralisante, por exemplo, quando você gosta de alguém e não consegue começar uma conversa, afinal, ficar parado é a opção mais segura - porém, ao mesmo tempo, é a opção que faz com que você desperdice as oportunidades que aparecem no seu caminho.

    Segundo Michel Soares, especialista em oratória, o medo de falar em público funciona mais ou menos dessa forma inibidora. “Expor sua opinião ou ideias para o público - que pode ser desde três pessoas até uma sala com 300 alunos, por exemplo - é saber que você será analisado, interpretado e julgado por pessoas que não conhece. E é comum que isso gere insegurança,” comenta. O problema é quando esse medo impede a pessoa de seguir com a sua vida e simplesmente trava.

    É comum encontrar pessoas que sentem vontade de expor suas opiniões, mas, ao mesmo tempo, o medo as impede disso. “E esse medo pode ser percebido até por meio do físico da pessoa: alguns suam frio, outros gaguejam, outros travam, outros tremem e sentem o coração bater acelerado, outros sentem que o raciocínio não consegue ser organizado de jeito nenhum”, aponta Soares.

    Porém, o especialista sempre ressalta que não é feio e nem errado não conseguir falar em público. “Ninguém deve se culpar por isso. É preciso aceitar que o medo existe e então tratá-lo e passar por cima dele, assim como fazemos com todos os outros medos que sentimos e obstáculos que encontramos no meio do caminho”, exalta.

    Soares, que é técnico de oratória há cinco anos, diz que existem várias técnicas que podem ser aplicadas para “passar por cima” desse medo - e cada pessoa se dá melhor com uma técnica. “Não é receita de bolo: não é porque uma técnica serve para uma pessoa que obrigatoriamente irá servir para outra. No meu trabalho eu estudo a pessoa e descobrimos juntos o que deve ser feito para eliminar esse medo”, ressalta.

    Algumas técnicas utilizadas são manter a respiração estável (isso faz com que os sintomas físicos diminuam), manter o pensamento focado somente naquilo que será dito, estabelecer uma postura corporal confortável antes da exposição, levar uma “colinha” com você, caso precise, etc.

    Entretanto, independente do grau de medo e da técnica utilizada por cada um para superá-lo, o ponto mais importante na boa oratória é ter autoconfiança. “Resumidamente, superar o medo de falar em público é não se preocupar com a reação do outro diante das suas atitudes, falas e demais manifestações - e, para isso, o auxílio profissional pode ser um grande ponto de partida”, conclui Soares.

    Michel Soares

    Especialista em oratória

  • segunda-feira, 28 de julho de 2014 09:17

    Existe definição para o amor?

    Em novo livro, Jenna Lucado ensina lições para as garotas encontrarem a motivação para amar

    Ah, o amor!

    Uma palavra tão pequena, mas capaz de ter um significado diferente para cada pessoa no mundo.

    É um sentimento extremamente confuso, e, ainda assim, cada vez mais e mais pessoas trazem outros exemplos e conselhos diferentes sobre o que esse sentimento de fato significa. O amor é lindo, o amor é tudo de bom, o amor é azulzinho… quase todas as coisas ditas sobre o amor em cartas, filmes, canções e declarações dos mais diversos tipos são bonitas e inspiradoras, mas nem sempre correspondem ao verdadeiro sentimento.

    É por essa razão que a autora Jenna Lucado, filha do autor best-seller Max Lucado, resolveu escrever o livro Amar faz bem, para impedir que tantos jovens e adolescentes sofram confundindo amor com paixonites. Fica a questão: como ter certeza do que significa amar de verdade?

    Para a resposta é simples: o verdadeiro amor tem identidade e até nome, e ele é Jesus. A partir dessa descoberta, não tem erro. Propondo nesta obra um estudo de seis semanas, Jenna revela um exemplo perfeito de amor exemplificando o encontro de Jesus com várias mulheres descritas na Bíblia. Ela oferece recursos para que a leitora avalie se seus sentimentos e relacionamentos estão (ou não) baseados na ideia do amor verdadeiro.

    Assim, em um ritmo leve, próprio de uma conversa entre amigas, Jenna vai ensinando às leitoras, especialmente as mais jovens, a como trilhar o caminho certo para encontrar o amor, que sim, faz bem a todos. Em alguns capítulos, ela dá exemplos divertidos das próprias experiências na busca pela pessoa ideal desde pequena. “Eric foi meu primeiro amor [...] Não me pergunte qual era o sobrenome dele. Eu não sabia na época e não sei até hoje. Mas por acaso os sobrenomes eram importantes no jardim da infância? De forma nenhuma! As únicas coisas necessárias para que eu me apaixonasse aos cinco anos eram as seguintes: Ele tinha que ser fofo. Ele tinha que ser legal.”

    A autora garante que o aprendizado é certo, e todas as mulheres - por mais cansadas ou desesperançadas que estejam - podem aprender a amar de forma plena e sábia em todas as etapas da vida.


    Sobre a autora: Jenna Lucado Bishop herdou do pai, o best-seller Max Lucado, não apenas o talento para escrever, mas também sua missão: levar motivação para quem precisa. Nascida no Brasil na época em que o pai era missionário no país, ela tem um jeito especial de falar com jovens e adolescentes. É autora de Você é linda e coautora, com o pai, de Você faz um mundo de diferença, ambos publicados pela Thomas Nelson Brasil. Jenna vive no Texas (EUA) com o marido Brett.

  • sábado, 26 de julho de 2014 10:01

    Filé de peixe com molho de alcaparras

    Olá amigos leitores, preparei uma receita especial para este final de semana.

    Ingredientes

    1 xícara (chá) de alcaparras

    6 colheres (sopa) de manteiga

    4 filés de linguado, merluza ou tilápia

    1/3 de xícara (chá) de champignon fatiado

    Sal e pimenta-do-reino a gosto

    Brócolis refogado e arroz branco para acompanhar

    Modo de preparo

    Lave a alcaparra para retirar o excesso de sal e escorra. Aqueça uma frigideira grossa com 2 colheres (sopa) da manteiga e doure os filés de peixe virando com cuidado para não desmanchar. Transfira para uma travessa. Derreta o restante da manteiga na frigideira, acrescente a alcaparra, o champignon e refogue por 2 minutos. Regue sobre o peixe e sirva acompanhado de brócolis refogado e arroz branco.