• segunda-feira, 26 de maio de 2014 22:48

    Creme de queijo

    Creme de queijo

    Para aproveitar o friozinho que está chegando, trago uma dica deliciosa de creme de queijo.

    Se quiser, faça como a foto, ponha o creme no pão. A combinação é maravilhosa.

    Ingredientes
    200g de cream cheese
    2 colheres de manteiga
    1 xícara de farinha
    1 lata de creme de leite
    Parmesão ralado
    Sal e pimenta a gosto

    Como fazer
    Misture todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo baixo. Depois de cozidos, retire do fogo.

    Bata tudo no liquidificador. Sirva quente.

    Atenção! Cuidado para não deixar o creme de leite ferver

  • quinta-feira, 22 de maio de 2014 08:31

    Prenda juvenil

    Quem se criou em CTG deve entender a alegria da jovem Andressa. Ela é de Tuparendi e representou o CTG Fronteira da Amizade , na 44ª Ciranda Cultural de Prendas, trazendo à região a faixa de 2ª prenda juvenil do Estado.

    O concurso aconteceu no sábado, 17, em Santa Maria, com a escolha das novas primeiras prendas do Rio Grande do Sul, nas categorias adulta, juvenil e mirim.

    Sobre o Concurso:

    A 44ª Ciranda Cultural de Prendas foi realizada no Clube Recreativo Dores, submetidas a provas escrita, oral e artística, 68 candidatas disputaram o título.

    Parabéns Andressa!!

  • quarta-feira, 21 de maio de 2014 10:41

    Você é feliz no seu trabalho?

    A equação que define a felicidade e o equilíbrio entre o trabalho e a qualidade de vida não possui receita, nem regras. O administrador Orlando Oda escreveu um artigo sobre trabalho, realização pessoal e felicidade onde argumenta sobre o verdadeiro valor do trabalho e a realização de se sentir útil.

    Achei super interessante e quero compartilhar, boa leitura!

    Você é feliz no seu trabalho?

    Por Orlando Oda

    Já vi pessoas felizes e infelizes no trabalho.

    Já vi pessoas felizes que ganham pouco e pessoas infelizes ganhando um bom salário.

    Eu mesmo já vivi momentos infelizes no trabalho ganhando bom salário.

    Era um “garotão” na época vindo de uma família de poucos recursos financeiros.

    O dinheiro significava ter acesso aos sonhos de consumo.

    Mesmo assim não me sentia feliz. Segunda-feira de manhã era muito dolorido ter que acordar e sair para o trabalho. O caminho de ônibus até a empresa parecia o corredor da morte. Por que o trabalho que me permitia ter acesso a coisas antes impossíveis não me entusiasmava, não me deixava feliz?

    Pensava: “não gosto do trabalho, do chefe, nem da empresa”. Mas eu não tinha nenhuma razão para não gostar. Ele me proporcionava independência financeira. Não tinha o que reclamar: tinha bom ambiente, pagava em dia.

    O trabalho significava dinheiro. Era a forma de ganhá-lo. Por isso, me esforçava para ser competente porque isso significava melhor salário. Assim era algo incompreensível não me sentir feliz com o que justamente me proporcionava uma boa renda.

    O atrito interior e a falta de entusiasmo, refletiram no corpo e passei a ter problemas de saúde. Somando problema físico com falta de dedicação e alegria com o trabalho, acabei perdendo o emprego. Incrível, mas a sensação que tive com a notícia foi: “que bom, ótimo”. Deveria ficar triste, chateado. Mas, foi como se livrar de um peso, uma chateação.

    Mais tarde o trabalho continuou sendo a fonte de recursos financeiros para sustentar a minha família com conforto. Assim teria sido por muito tempo, talvez por uma vida inteira, até ler o livro “A Verdade da Vida”, do Prof. Massaharu Taniguchi, e abrir os olhos da espiritualidade: “Trabalho é a ação que beneficia o próximo”.

    Conceituar corretamente, ter a visão correta da vida, ter o conceito claro do trabalho faz toda a diferença. É o autoconhecimento que faz o homem ser feliz com o trabalho, com a empresa, com o chefe, com os colegas. É de dentro de si que deve brotar a alegria, a felicidade, o entusiasmo.

    Prof. Taniguchi afirma: “O ser humano possui cinco desejos fundamentais: ser reconhecido, amado, elogiado, livre e útil. Quando esses desejos são satisfeitos, o homem encontra a razão de viver”. O trabalho é o meio para satisfazer os cinco desejos fundamentais. O trabalho é a sua identidade profissional, o seu valor pessoal.

    Para que o trabalho signifique satisfação, cada um precisa reconhecer o significado e o valor dele. Reconhecer é conhecer duas vezes. Uma coisa é aquisição do conhecimento e outra é incorporá-lo. É o que os religiosos chamam de fé. Fé é mais do que conhecer, é a aceitação incondicional.

    No livro “Maslow no Gerenciamento”, o Prof. Abraham H. Maslow afirma: “As únicas pessoas felizes que conheço são as pessoas que estão trabalhando direito em algo que consideram importante. Todos os seres humanos preferem trabalho com significado a trabalho sem significado”.

    Cada pessoa deve encontrar o seu “significado do trabalho”. Para isso é necessário ter a definição correta do trabalho dentro de si. Se a definição for apenas “dinheiro” não é uma definição correta. Não é importante o suficiente para se sentir feliz, ter o entusiasmo necessário para ser bem sucedido.

    Quando reconhecemos o verdadeiro valor e significado do trabalho, sentimos que estamos fazendo algo útil, livre do dever e necessidade de ganhar dinheiro.

    O autorreconhecimento vem naturalmente. Acaba com a preguiça ao acordar de manhã. Entusiasmo e dedicação ao trabalho vem naturalmente. O sucesso também.

    Orlando Oda é administrador de empresas, mestrado em administração financeira pela FGV e presidente do Grupo AfixCode.

  • sexta-feira, 23 de maio de 2014 09:55

    "Incrível Mundo Invisível"

    Vêm do olhar apurado do recém-chegado Alex Lemos a série de fotografias que compõem "Incrível Mundo Invisível". O fotógrafo, cidadão carioca com passagens por plagas mais distantes, há pouco fixou residência na vizinha Tuparendi e saiu a registrar, com suas câmeras, as paisagens, a fauna, a flora e os habitantes de nossa região.

    A vida no campo, a natureza, o jeito de ser das pessoas, a arquitetura... tudo que para nós parece tão comum - e não deixa de ser -, suscitou miradas minuciosas e reveladoras do "estrangeiro" Alex. O resultado - ou ao menos parte dele - está fixado nos expositores do Centro Cívico Cultural à espera do nosso olhar de descobrimento/reconhecimento/deslumbramento.

     

    O "Incrível Mundo Invisível" fica em exposição no Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges até o dia 9 de junho.

    "De Volta Santa Rosa"

    Até 30 de maio, quem se aventurar pelo mundo invisível do "estrangeiro" Alex Lemos pode também aproveitar e, cruzando a Rua Buenos Aires, adentrar a Biblioteca Pública para conferir "De Volta Santa Rosa", a rediviva mostra de "instantâneos celulares" de Marco Farinon.

    De forma semelhante ao carioca Alex, o santa-rosense Farinon também nos revela detalhes insuspeitos (invisíveis?) de nosso cotidiano (casas, praças, esculturas, monumentos, etc.), gerados pelo reconhecimento e redescobrimento do torrão natal pelo filho que à casa torna. Bela coincidência.

    As exposições "Incrível Mundo Invisível" e "De Volta Santa Rosa" tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Santa Rosa.