HomeAgricultura sábado, 14 de abril de 2018 11:52

Média deve chegar a 55 sacas/há

A chegada de uma frente fria e a previsão de chuva é vista como positiva.

O clima favorável dos últimos dias e um parque de máquinas bem renovado nas propriedades rurais, fez com que, até ontem, faltassem menos de 10% da safra de soja a ser colhida na microrregião Fronteira Noroeste. A opção por cultivares de ciclos mais precoces também contribuiu para o avanço. Jairton Dezordi, engenheiro agrônomo da Cotrirosa, projeta uma média de produtividade de 55 sacas de soja por hectare, números que se assemelham aos resultados obtidos em 2017.

A chegada de uma frente fria e a previsão de chuva é vista como positiva por Dezordi, inclusive para a soja que ainda está por ser colhida. “Nós temos muitas outras culturas no campo que estão precisando de chuva, começando pela soja safrinha, o milho safrinha e as pastagens que estão em desenvolvimento. Uma chuva é muito bem vinda”, explicou.

Nas regiões de Campina das Missões e Porto Lucena não choveu o suficiente, o que deve reduzir o índice de produtividade. Jairton considera a média de 55 sacas/ha “muito boa, combinada com os preços de mercado que vêm sendo praticados no momento”. No decorrer desta semana a saca girou em torno de R$ 73,00 na Cotrirosa e Coopermil.

Dezordi acrescentou que centenas de produtores que obtiveram um conjunto positivo de fatores (chuva, fertilização, manejo de pragas, combate a doenças e invasoras, escolha correta da cultivar, época certa de plantar, quantidade correta de sementes plantadas, entre outros) colheram mais de 80 sacas/ha.

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