HomeGeral terça-feira, 6 de fevereiro de 2018 15:44

Monitoras de creche foram afastadas

Direção do educandário também foi trocada.

As duas monitoras da Escola Municipal de Educação Infantil Paulo Freire, que trabalhavam quando foi constatada a morte do bebê Rafael Perin, foram afastadas do educandário na semana que passou. A diretora da creche também foi substituída. A informação foi confirmada nesta semana pela atual diretora da escola, professora Maria Odete Zancan.

Segundo a diretora uma das monitoras está em licença maternidade e retornará ao trabalho no mês de abril. “Ela será transferida de setor e de escola, como já foi a monitora que estava trabalhando”, afirmou.

O afastamento das mesmas havia sido confirmado pela secretária de Desenvolvimento Educacional Lires Zimmermann Führ. As monitoras ainda respondem por processo administrativo, além de um processo criminal na Justiça.

Sobre a morte de Rafael na creche:

Completou oito meses na última segunda-feira, 29, da morte do menino Rafael Perin, de 11 meses, que foi encontrado já sem vida no berçário da Escola Municipal de Educação Infantil Paulo Freire, em maio de 2017.

Segundo familiares da criança, os mesmos foram informados que Rafael havia passado mal e teria sido encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento-UPA, onde o óbito foi confirmado.

A direção da escola municipal não se manifestou sobre morte do menino. Já a Assessoria de Comunicação confirmou que assim que constatado o problema, imediatamente profissionais do Posto de Saúde da Vila Progresso foram acionados, e depois disso o Corpo de Bombeiros encaminhou o menino para a UPA.

O delegado Tiago Tescke, titular da 2ª Delegacia de Polícia, situada no Bairro Cruzeiro teve de intervir no caso. A Polícia teve informações que a criança estava em óbito na escola e por isso sentiu a necessidade de encaminhar o corpo para o Instituto Médico Legal. O delegado Tiago foi até o velório que já tinha iniciado, conversou com familiares e o corpo foi levado ao IML. Segundo o laudo inicial, a criança morreu por obstrução das vias aéreas causadas por um liquido.

A morte de Rafael foi mais uma vez lembrada pela mãe do menino, Aline Gregory Perin, que exige justiça. Em sua rede social Aline desabafou em e contesta a atitude tomada pelo Governo Municipal sobre o caso.

 

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