HomeGeral sexta-feira, 19 de maio de 2017 08:14

“Queremos fazer a coisa certa”

Secretário Valmiro Eisen defende a otimização do uso do maquinário, “sempre dentro da lei”

A declaração partiu do vice-prefeito Luis Antônio Benvegnú, ao se reportar à iniciativa do promotor Janor Duarte de ter reunido na semana passada, na sede do Ministério Público, 25 operadores de máquinas ( LINK DA MATÉRIA). “O Poder Público agradece a iniciativa do Dr. Janor e nós estamos, juntos com o Controle Interno e as Secretarias que trabalham com máquinas, fazermos as coisas certas”, declarou. Frisou um comportamento que as pessoas insistem em mantê-lo, que é de buscar quem acham primeiro pela frente, como um vereador ou com um servidor com o qual tenham mais vínculo para fazer o pedido de um serviço. “Nós adotamos regras para evitar irregularidades, uma delas foi a de monitorar veículos através rastreamentos por GPS”, lembrou.

Quando o prefeito Alcides Vicini formalizou convite para Valmiro Eisen comandar a Secretaria do Desenvolvimento Rural, sua primeira atitude foi procurar a lei específica que esclarece o que é classificado como serviço público. “A lei estabelece que todo o serviço que é feito até a propriedade ou até dentro da propriedade rural, podem ser realizados até duas horas de trabalho/ano. Aí vão buracos para silagens, enterro de animais, terra-planagem para a construção de pocilgas, encascalhamento até a propriedade e preparação do solo produtivo. Isso nós continuamos fazendo, porque está previsto na lei”, esclareceu.

Eisen explica que sua pasta trabalha por regiões no interior do município. “Nós contamos com um gerente de Ações Comunitárias que vai até as comunidades, organiza reuniões e levanta as demandas. Hoje nós estamos trabalhando em uma comunidade e ainda existem produtores que desconhecem a necessidade de virem até a Prefeitura para protocolar o serviço”, argumentou. Garante que pelo menos 95% dos serviços hoje prestados já estão protocolados. “Mas eu devo levar em conta a despesa pública e cito um exemplo: se uma pessoa humilde vir até mim e pedir duas cargas de cascalho, se eu desconsiderar e retornar à cidade, quando voltar lá para atender ao pedido, a Prefeitura gastará de duas a três vezes mais tempo, dinheiro e diesel. Eu estou executando tais serviços, porque está na lei, contanto que não supere as duas horas. Se superar as duas horas, emitimos um boleto e comprometemos o produtor a pagar”, explanou.

O encontro no Ministério Público foi provocado pelo próprio MP. “De qualquer forma, foi uma iniciativa que nós elogiamos”, disse Benvegnú, que é também secretário de Governança.

Secretário Valmiro Eisen.
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