HomePolícia sexta-feira, 19 de janeiro de 2018 15:42

Um salto de consciência

Dados oficiais apresentados na imprensa pelo Capitão Karnikowski mostram a evolução de conscientização dos motoristas locais. Em 2014, a cidade de Santa Rosa registrou 1.140 acidentes de trânsito

Na mentalidade da Brigada Militar não se comemora queda de estatísticas de acidente, porque enquanto uma ocorrência for registrada ela será alvo de lamentos. Porém, o grau de consciência dos motoristas de Santa Rosa teve um salto espetacular nos últimos quatro anos no trânsito urbano, que merece ser destacado positivamente.

Dados oficiais apresentados na imprensa pelo Capitão Karnikowski mostram a evolução de conscientização dos motoristas locais. Em 2014, a cidade de Santa Rosa registrou 1.140 acidentes de trânsito. Em 2015 houve uma redução de 17%, caindo para 946 o número de acidentes. Em 2016 com relação ao ano anterior, a queda foi de 15%, 805 acidentes. O ano passado manteve a tendência de redução, 14% com relação a 2016, com o registro de 690 acidentes. Isso significa que de 2014 para 2017, houve uma queda de 2,5 acidentes nas estatísticas anuais para cada acidente registrado.

“Os números provam que o motorista santa-rosense melhorou o seu comportamento dentro de um conjunto de ações que incluem fiscalização da Brigada Militar, algumas mudanças cruciais no trânsito local como a implantação de sinaleiras e campanhas de orientações e de apelos”, sintetizou.

Voltando aos números, apesar de a frota continuar crescendo, ocorreram 450 acidentes a menos no quadriênio avaliado. Karnikowski acredita que a frota cresceu pelo menos 15% no período.

O oficial fez uma observação para os apressados: “alguém pode afirmar que nosso trânsito está caótico em função de vários pontos de retenção, dizendo que onde antes passava reto agora é obrigado a parar. Era justamente esse fator que causava um número elevado de acidentes”, explicou.

Infelizmente há um indicador que preocupa muito a Brigada: os atropelamentos, muitos deles em plena faixa de segurança. “Há uma flagrante dificuldade de convívio entre pedestres e motoristas que precisa ser superada”, orientou.

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