HomeRegião sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018 10:36

Porto que cresce

No setor de transporte de cargas, após o alfandegamento há números expressivos para comemorar.

Entre dezembro, janeiro e a primeira quinzena de fevereiro, cerca de 15 mil veículos cruzaram a fronteira entre Brasil e Argentina através dos portos Mauá e Alba Posse. “Se fizermos uma média de quatro pessoas por veículo, já que a maioria são turistas indo ou vindo, podemos estimar que em torno de 60 mil pessoas passaram por Porto Mauá nos últimos 75 dias”, acentuou Cleofas Mozer, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo.

Porém, Porto Mauá luta para não ser apenas um corredor. No setor de transporte de cargas, após o alfandegamento há números expressivos para comemorar. Segundo Cleofas, o porto alfandegado permite a exportação e importação de mercadorias. Em 2015, no primeiro período autorizado, cruzaram a fronteira 32 caminhões. Em 2016 o número saltou para 1.600. E o ano de 2017 fechou com 2.556 caminhões de cargas. A previsão para 2018 é que seja superada a marca de 3,5 mil caminhões. Passaram por Porto Mauá empresas de várias regiões do Brasil. “Porém, destacamos as nossas indústrias da região, como AGCO do Brasil e John Deere, facilitando o transporte e a venda de produtos internacionais”, sinaliza Mozer.

O próximo passo, sempre na busca de consolidar a economia de Porto Mauá, é a viabilização do free shop. O município está incluído no grupo que serão contemplados. “Em março a Receita Federal testará um software com empresas fictícias. Depois de aprovado, será distribuído às cidades que sediarão os free shops (sistema de compra e venda de produtos isentos de taxa de exportação e importação, ou seja, mais baratos para o consumidor). No dia 21 de março Porto Mauá realizará uma audiência pública para mostrar à região as regras para o setor ser explorado.

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