Cultura

“No olhar de outras janelas” é a campeã do Musicanto 2020

Escrita por Carlos Madruga, Martím César e Diego Muller, um Aire de Chacarera vinda de São Leopoldo/RS foi a  grande campeã do Musicanto na categoria livre. A canção foi interpretada pelo Grupo Mas Bah. A produção levou também o prêmio de melhor letra.

Publicado em 30/11/2020 09h15 - Atualizado há 2 meses - de leitura
Entrega do prêmio ao grupo Mas Bah, o qual interpretou a cancão campeã / Foto: Divulgação

No olhar de outras janelas, escrita por Carlos Madruga, Martím César e Diego Muller, um Aire de Chacarera vinda de São Leopoldo/RS foi a  grande campeã do Musicanto na categoria livre. A canção foi interpretada pelo Grupo Mas Bah. A produção levou também o prêmio de melhor letra.

O 2º lugar ficou com a canção Paraíso, composta por Eduardo Santhana e Gonzaga Blantez, de Santana da Parnaíba-SP. A música foi interpretada por Eduardo Santhana.

A 3ª colocada Milonga de Amor e Vinho veio de Santo Antônio da Patrulha-RS, escrita por Antônio Augusto Fagundes Filho, e Cristiano Quevedo.

A música instrumental também foi agraciada, e a canção Pisada de Coco, vinda de Salvador-Bahia foi a 1ª colocada da categoria, canção de Nino Bezerra de Baião, que também levou o prêmio de melhor instrumentista.  Já o melhor arranjo ficou com a canção vinda de São Luiz/MA, a Jerry de Benedicto Bento Lima e Luís Felipe Costa Cruz. A canção foi escolhida pelo público a música mais popular do festival.

O melhor interprete escolhido pelo grupo de jurados  foi o artista gaúcho Cristiano Quevedo.

O presidente do Musicanto 2020, Vitor de Conti, destacou que o Musicanto 2020 cumpriu o seu papel que trazer para Santa Rosa a diversidade musical da América-latina, mesmo nas dificuldades impostas pela pandemia. “O Musicanto aconteceu de forma grandiosa, tanto pelo público que pode acompanhar de suas casas quanto pelos excelentes músicas/artistas que estiveram no palco. Vida longa ao festival”.

O coordenador do festival, Fernando Keiber afirmou que a grande marca desta edição foi o ecletismo das canções. “O Musicanto se mostrou diverso e plural, destacando a musicalidade de cada região, compartilhando novos ritmos, estilos e sons. É esta a essência do festival, um pé no passado e outro no futuro”, comemorou Fernando.



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