Economia

Banco do Brasil anuncia destinação de R$ 16 bilhões para pré-custeio da safra 2021/22

De acordo com a Ministra Tereza Cristina, que participou do anúncio, o custeio antecipado ajuda o produtor rural a reduzir custos.

Publicado em 23/02/2021 17h04 - Atualizado há 7 dias - de leitura
Banco do Brasil destina R$ 16 bilhões para o custeio antecipado das atividades agrícolas na safra 2021/22 / Foto: Divulgação/Confederação Nacional da Agropecuária

O Banco do Brasil anunciou, nesta terça-feira (23), a destinação do montante de R$ 16 bilhões para o custeio antecipado das atividades agrícolas na safra 2021/22. O anúncio foi feito pelo presidente da instituição, André Brandão, em uma live com a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina.

Através do custeio antecipado, o produtor rural pode usar o crédito para adquirir antecipadamente insumos, tratos da lavoura, mudas e sementes, ração e medicamentos. Com a compra antecipada, o produtor rural consegue melhores condições de preço e mercado. O pré-custeio está disponível para as lavouras de soja, milho verão, algodão, arroz, cana-de-açúcar e café. No caso do crédito antecipado, as taxas de juros são de 5% ao ano para médios produtores e 6% ao ano para demais produtores.

“É importante prover essa autonomia para vocês (produtores rurais) para conseguirem fazer a aquisição de insumos de forma antecipada e com certa previsibilidade”, destaca Brandão.

De acordo com o presidente, a expectativa é alcançar R$ 210 bilhões na carteira de crédito do agro do banco este ano. Além disso, Brandão anunciou ainda que o banco não irá mais cobrar tarifa na análise de crédito nas operações de renovação a partir de hoje.

Para a ministra Tereza Cristina, esta é uma notícia animadora para o planejamento dos produtores rurais. “O crédito rural precisa cada vez de mais parceiros, mais gente acreditando no nosso negócio, assim como o Banco do Brasil faz isso há décadas. Precisamos também de mais créditos novos, diferentes. O pré-custeio é importantíssimo, pois o produtor pode comprar antecipadamente e diminui o custo de frete, da logística”, ressaltou.

A ministra ainda falou sobre o fim da cobrança de tarifas para análise de crédito, lembrando que essa era uma antiga demanda do setor, já que a taxa acabava por encarecer o crédito.



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